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Pensando em Voz Alta sobre Conhecimento e Desinformação

Caçadores de Pokemon

Veja as seguintes frases:

http://kdfrases.com/frases/vida

Em qual citação você se viu?

Independente de sua resposta, pelas citações acima muito se pode aprender sobre o ponto de vista dos mestres em relação 'a vida, mas nada supera a sua experiência pessoal, pois para mim este é o grande legado da Vida. Por isso respeito mais aqueles que vão 'a busca do que aqueles que vivem se escondendo através de retóricas.

Hoje se tem muito mais desinformação(*1) do que esclarecimento e a capacidade de pensar, tema básico da busca filosófica, é limitada 'a media das "ignorâncias" predominantes quando se trata de mídia de massa, principalmente. Desta maneira, buscar a verdade é "ir a guerra contra a ignorância incentivada"  e assim ter uma experiência pessoal digna e coerente. Se vida é informação, alegria e conhecimento então a morte é desinformação, alienação e sofrimento. Lógico, ou não?

Não é a toa que a verdade "morre" primeiro em uma guerra, sendo o que predomina sempre é a desinformação.  

Nos últimos cem anos vivemos mais guerras e destruição do que em qualquer outro período conhecido e de fato são os parâmetros principais da política real(*2). Como por outro lado, também temos um crescimento vertiginoso da população e da tecnologia, o que potencializa e incentiva os chamados mecanismos de controle social, tornando-os cada vez mais poderosos, sutis, subliminares e envolventes.  Vide os pokemons que tornam realidade uma ficção para quem já são ficção e metáfora de alienação.

Voltando 'as frases e citações sobre a Vida observe que a maioria delas não pressupõe que tem muito mais gente no Poder (até podemos imaginar quem) que não deseja a Vida em seu sentido amplo, de busca do Conhecimento de forma conjunta e indistinta entre as pessoas e a realidade como um todo.

Por enquanto o "Ego" vai vencendo a batalha contra o "Si mesmo".

E para você:

O que é mais importante na Vida?

 

*1-> LEÃO SERVA E A DESINFORMAÇÃO

"Jornalismo e Desinformação"  parece ser mais um daqueles títulos com palavras aparentemente antagônicas, pensadas apenas para chamar atenção. Na verdade, quem se atreve a encarar a leitura descobre a terrível realidade de ignorância do público que consome informação. A obra é fruto do trabalho de mestrado de seu autor, Leão Serva. As 144 páginas do livro poderiam ser muito bem chamadas de manual, que se destina não apenas a estudantes e profissionais, mas aos 4,5 milhões de leitores brasileiros de jornais impressos, que cotidianamente enfrentam dificuldades cada vez mais claras de entender o mundo.

Fonte: https://blogsaturado.wordpress.com/portfolio/leao-serva/

 

 

*2->

"Hannah Arendt afirma que as guerras e as revoluções e não o funcionamento regular de governos parlamentares e aparatos partidários formaram as experiências políticas básicas do século XX, podemos considerar que Sócrates também viveu uma situação histórica permeada por enfrentamentos militares e instabilidades políticas. Sua condenação está vinculada diretamente com as transformações da pólis e sua rápida decadência decorrente de inúmeros conflitos e combates cada vez mais violentos. Enquanto os eventos catastróficos do seu tempo levaram Arendt a elucidar o lado público do mundo como aquilo que ocorre entre os homens plurais envolvidos uns com os outros por meio de atos e palavras concertados, as experiências sofridas por Sócrates o fizeram engajar-se no esforço por tornar o pensamento relevante para a instauração e manutenção do mundo comum como âmbito inter-humano de relacionamento e convivência. Assim, tomando como base a interpretação que Hannah Arendt faz do diálogo para o qual Sócrates convidada seus concidadãos, o propósito do trabalho consiste em refletir sobre a importância ética e política da atividade de pensar, tendo em vista elucidar de que modo a ausência de pensamento é um poderoso fator nos cuidados humanos com o mundo comum. Para Arendt, a condenação de Sócrates e o julgamento de Eichmann, teriam nos dado a lição de que a incapacidade de pensar e julgar pode formar um homem capaz de levar o mal e a violência a extremos inconcebíveis e ilimitados. Essa constatação impôs à Arendt a seguinte indagação: a atenção reflexiva do pensamento poderia evitar o mal?"

"

Fonte: http://www.cchla.ufrn.br/humanidades2009/Anais/GT04/4.2.pdf

 

 

Jornais se unem para vender anúncios

 ExtraExtra

Três das quatro maiores editoras de jornais no Reino Unido juntaram forças para vender espaço de publicidade on-line por meio de uma única plataforma. O plano é obter a escala necessária para concorrer com Google e Facebook.

A Johnston Press, a Local World, a Newsquest e a maior parte do setor de mídia local independente do Reino Unido anunciaram ontem acordo para oferecer conjuntamente a anunciantes acesso a 17,5 milhões de usuários mensais exclusivos, em 800 sites, por meio de um único ponto de venda.

Até agora, anunciantes que pretendiam comprar espaço de publicidade digital de editoras locais tinham que negociar com cada uma individualmente ou em pequenos grupos. Esse é um dos motivos pelos quais os grupos noticiosos locais capturaram uma fração apenas insignificante dos 2 bilhões de libras esterlinas gastos por ano em anúncio on-line tradicional no Reino Unido.

"A pequena parcela de publicidade nacional que temos assumido tem sido uma verdadeira frustração", admitiu Ashley Highfield, o principal executivo da Johnston Press. A nova cooperação, disse ele, é um "significativo passo à frente", uma vez que vai facilitar, em muito, para os anunciantes e suas respectivas agências a realização das campanhas digitais nos websites locais.

A nova plataforma, chamada 1XL, será operada por uma equipe especialmente destacada para isso da Mediaforce, uma empresa nacional de vendas de mídia.

A companhia diz que seu público mensal exclusivo de 17,5 milhões de pessoas - segundo dados da empresa de pesquisa de mercado ComScore - é maior do que o de qualquer site noticioso nacional comercial do Reino Unido, e semelhante em escala às plataformas de publicidade digital AOL e MSN.

A editora Trinity Mirror, dona de uma carteira de jornais locais, como o "Liverpool Echo" e o "Manchester Evening News", não ingressou na nova aliança. Em vez disso, o grupo tenta implementar a estratégia de reunir num só pacote suas marcas locais às nacionais, como o jornal "Daily Mirror".

Jonathan Helliwell, analista da corretora Panmure Gordon, disse que, mesmo sem a Trinity Mirror, a 1XL representa cerca de 80% da imprensa local e ostenta uma ampla divisão geográfica em todo o Reino Unido. Segundo ele, a iniciativa ajudará a Johnston Press a se aproximar de sua meta para 2015 de alcançar um "ponto de virada", quando o crescimento da publicidade digital neutralizar os efeitos da queda da publicidade impressa.

A Johnston Press registrou receita de publicidade digital de 24,6 milhões de libras esterlinas no ano passado, e de 14,1 milhões de libras esterlinas no primeiro semestre deste ano.

Fonte:  Robert Cookson | Financial Times/Valor, 21/11/2014

Veja também:

FastSalas - Um ambiente de colaboração para divulgar espaços comerciais

FastSalas.com


Uso dos pronomes revela a sua personalidade

Pronomes

"Se precisar de alguém para uma posição de tomar decisões pela empresa, uma pessoa que diz 'está calor' deve ser melhor do que quem fala 'eu acho que está calor'." James Pennebaker

A DESCOBERTA:   A forma como você usa palavras funcionais - os   pronomes , artigos, preposições, conjunções e verbos auxiliares, que formam o tecido conjuntivo da linguagem - proporciona insights sobre sua honestidade, estabilidade e autopercepção.

O ESTUDO:   Nos anos 1990, James Pennebaker participou do desenvolvimento de um programa de computador que contava e categorizava palavras em textos, diferenciando termos de conteúdo - que transmitem significado - de palavras funcionais. Após analisar 400 mil textos - incluindo ensaios de estudantes universitários, mensagens instantâneas entre namorados, discussões em chats e transcrições de coletivas de imprensa -, ele concluiu que palavras funcionais são chaves importantes para o estado psicológico das pessoas, e revelam muito mais do que os termos de conteúdo.

O DESAFIO:   Será que palavras aparentemente insignificantes realmente podem ser uma janela para a alma? A seguir, o professor Pennebaker defende o seu estudo.

Quando nós começamos a analisar a forma como as pessoas falam e escrevem, não esperávamos resultados como esses. Por exemplo, quando comparamos poemas de escritores que cometeram suicídio com poemas daqueles que não se mataram, pensávamos que encontraríamos mais termos de conteúdo negativo e sombrio na poesia dos suicidas. Mas não encontramos.
Em vez disso, descobrimos diferenças significativas na frequência de pronomes como "eu". Estudo após estudo, continuamos encontrando o mesmo tipo de coisa. Quando analisamos transcrições militares, fomos capazes de dizer a patente do autor com base em padrões do texto - e, mais uma vez, foram os pronomes, artigos, conjunções e outros termos meramente funcionais que fizeram a diferença, não as palavras com conteúdo.

Por que as palavras funcionais são tão importantes?
Em inglês, há cerca de 500 termos funcionais, e 150 deles são bem comuns. Palavras de conteúdo - substantivos, verbos, adjetivos e a maioria dos advérbios - transmitem o teor da comunicação. Elas respondem pela forma como nós expressamos as nossas ideias. Já as palavras funcionais ajudam a moldar e criar atalhos para a linguagem. Portanto as pessoas precisam de habilidades sociais para usar e entender palavras funcionais, que são processadas na nossa mente de forma diferente. Elas são a chave para compreender os relacionamentos que existem entre interlocutores. Quando analisamos o uso que as pessoas fazem desses termos, obtemos uma
percepção do estado emocional dessas pessoas e da sua personalidade, além da sua idade e classe social.

Uma frase simples, com força no pronome: "eu não acho que eu acredite nisso"
Com uma afirmação dessas, você revela algo sobre você mesmo. Por que dizer "eu não acho que eu acredite nisso" em vez de "eu não acredito nisso" ou até "isso é ridículo"? Os pronomes nos mostram onde as pessoas colocam o foco da atenção delas. Se alguém usa o pronome "eu", é um sinal de foco em si mesmo. Digamos que alguém pergunte "como está o tempo lá fora?". Você poderia responder "está calor" ou "eu acho que está calor". O "eu acho" pode
parecer insignificante, mas vem cheio de significado. Mostra que você está mais focado em você mesmo. Pessoas deprimidas usam o pronome "eu" com muito mais frequência do que pessoas emocionalmente estáveis. Pessoas em posição inferior na hierarquia também usam "eu" muito mais frequentemente.

É possível dizer que alguém está mentindo pelo uso de palavras funcionais?
Sim. Ao mentir, a pessoa tende a usar mais o pronome "nós" ou frases em que não use a primeira pessoa do singular. Em vez de dizer "eu não peguei os seus livros", o mentiroso tende a dizer "isso não é o tipo de coisa que alguém íntegro faria". Quando mentem, as pessoas também usam palavras de exclusão, como "sem" ou "mas", e negações, como "não", "ninguém" e "nunca". Analisamos transcrições de testemunhos em tribunais, e as diferenças nos padrões de fala ficam realmente claras.

As palavras funcionais são importantes, mas não tão significativas para a criação da arquitetura geral
Você pode até pensar em palavras funcionais como se fossem unhas. Parece normal não prestar muita atenção a elas. Se você digitar uma frase no Google, os algoritmos não costumam levar palavras funcionais em consideração, porque estão interessados mesmo é no conteúdo. Mas essas palavras comunicam sutilezas importantes - "um anel" em vez de "aquele anel". Em línguas estrangeiras, palavras funcionais muitas vezes transmitem o status de uma pessoa em relação a outra.

Em uma entrevista de emprego, o que o uso dessas palavras pode dizer sobre o candidato?
É quase impossível perceber as diferenças naturalmente - daí o estudo utilizar transcrições e análise de computador. Pense numa pessoa deprimida. "Eu" tende a responder por 6,5% das palavras que ela usa, contra 4% para alguém
sem depressão. Há uma enorme diferença do ponto de vista estatístico, mas nossos ouvidos não conseguem notar. Porém, hipoteticamente, se eu estivesse numa entrevista de emprego, prestaria atenção em como o candidato se refere aos colegas do seu último trabalho. Ele se refere aos colegas como "nós" ou "eles"? Isso pode lhe dar uma boa noção do tipo de relacionamento que ele tinha com o grupo. E se você precisar de alguém para uma posição de tomar decisões pela empresa, uma pessoa que diz "está calor" deve ser um candidato melhor do que aquela que fala "eu acho que está calor".

Como as pessoas reagem à análise de como falam?
Fiz isso usando minha própria fala, e fiquei realmente surpreso. Usei o software em tudo o que escrevi - até em e-mails. Também desenvolvi um gravador que as pessoas pudessem usar para isso. Eu o deixava ligado por 30 segundos em intervalos de 12 minutos, para capturar frações das falas do dia a dia. Experimentei em mim mesmo. Quando analisei minha fala, chamou-me a atenção como eu falava de forma diferente ao me dirigir a meu filho, que tinha 12 anos na época. Com a minha filha e a minha esposa, minha linguagem era muito mais informal e pessoal. Com meu filho, era muito mais cool e afetada. Percebi que eu me retraía na frente dele - eu não estava psicologicamente presente. Isso aconteceu justamente durante um período de certa tensão no nosso relacionamento. Ele era um adolescente típico e estava se desapegando um pouco além da conta, e eu respondia sendo cool e afetado, da forma estúpida como os machos fazem quando estamos incomodados com alguma coisa. Quando eu percebi isso, tentei me tornar mais humano, emotivo e honesto com ele.

Há diferenças de gênero quando usamos palavras funcionais?
A maioria das pessoas acha que os homens usam mais o "eu", porque são mais narcisistas e convencidos. Mas, ao longo dos estudos e das culturas, descobrimos que as mulheres usam mais o "eu", o "mim" e o "meu". As mulheres têm uma atenção maior sobre si e uma percepção melhor de seu estado interno. Os homens usam mais artigos: "o", "a", "um"… Isso significa que homens falam mais sobre objetos e coisas. Você usa artigos quando está se referindo a objetos concretos, porque os artigos precedem substantivos concretos. As mulheres usam mais pronomes na terceira pessoa - "ele", "ela", "eles" - porque falam mais sobre gente e relacionamentos, e são melhores em lidar com isso. E, de várias maneiras, relacionamentos são mais complexos.

James W. Pennebaker é pesquisador e chefe do departamento de Psicologia
da Universidade do Texas. É autor de  The Secret Life of Pronouns - What Our Words Say About Us .

Artigo da Harvard Business Review
Tradução - Alexandre Carvalho dos Santos

fonte: http://www.labssj.com.br/posts/uso-dos-pronomes-revela-a-sua-personalidade?goback=%2Egde_3893997_member_272689921#%21

10 dicas para autores iniciantes

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O objetivo deste texto é propor uma breve reflexão sobre os caminhos da auto-publicação e outros modelos de publicação, para que o escritor iniciante, esclarecido, tome decisões conscientes antes de lançar suas obras.

(Estas dicas são de autoria de Andréa Biancovilli, sócia proprietária da  Editora Biancovilli)

Escritores podem ser românticos por natureza, mas, na hora de traçar os planos de produção, distribuição e divulgação de suas obras, têm que colocar os pés no chão e pesar os prós e os contras dos diversos modos de publicação existentes. Ainda mais hoje, em que não existem só dois lados de uma moeda (auto-publicação de um lado, editoras de outro), existe um universo de opções, e ele está em expansão.

Quem já experimentou os dois lados da antiga moeda editorial sabe que publicar um livro, seja como for, requer estudo e planejamento, portanto, os pontos abaixo servem de auxílio para o escritor estudar o mercado e algumas de suas opções, antes de decidir seus caminhos (que, aliás, não precisam se limitar a um só, sendo a experimentação essencial):

1) Royalties, Creative Commons, Patrocínios, ou outros?

Pense se a obra será: comercializada somente por você ou em parceria com outra pessoa ou empresa; comercializada por você, em parceria direta com livrarias e distribuidoras; comercializada em parceria com editoras; totalmente gratuita e desvinculada de qualquer pessoa ou empresa; gratuita, mas vinculada a livrarias, editoras ou patrocinadores; ou se vai criar uma mistura de modelos ou um modelo novo. Estude as opções existentes (e continue estudando sempre, porque o mercado de livros está em plena evolução). Conheça o sistema de royalties de livrarias, distribuidoras e editoras, as cláusulas contratuais da Creative Commons, e como conquistar patrocínios. Dependendo do seu perfil, uma opção pode ser mais válida do que a outra, ou podem ainda inspirar a criação de misturas ou modelos novos.

2) Digital, impresso, ou os dois?

Pesquise as opções existentes para o livro digital e impresso. Você já decidiu se o seu livro vai ser um epub2 ou 3, um app, um livro site, um livro impresso, ou mais de uma dessas opções? Se ainda nem sabe o que são, o seu planejamento ainda vai precisar de bastante dedicação sua.

3) Independência de opinião e ação

Pese na balança: a sua independência total de um lado, e o seu possível isolamento de outro (neste caso, principalmente se você não tem muito tempo livre para se dedicar à divulgação da obra). Alguns livros podem cair na graça dos leitores sem muito esforço, mas, via de regra, é preciso trabalho árduo para fazê-lo conhecido do público. Se você tem bastante tempo livre e criatividade, ser auto-publicado pode ser a melhor opção para o seu perfil, mas lembre-se que a publicidade é a alma do negócio, e se você não se dedicar à divulgação do livro, ninguém saberá de sua existência, seja o livro gratuito ou pago. Por outro lado, converse com algumas editoras e conheça o tipo de relacionamento que desenvolvem com os autores. Algumas podem ser mais rígidas e tradicionais, outras mais abertas ao diálogo.  Pesquise. Saiba o que cada uma teria a oferecer (e também se alguma teria interesse na sua obra).

4) Poder de investimento

Faça os cálculos de quanto precisará investir para produzir a obra: ebook e impresso, tradução, revisão, ilustração, publicidade e marketing, assessoria de imprensa, feiras e eventos literários, e, dependendo do formato escolhido, inclua também narração e musicalização. Independente do seu poder de investimento, rede de relacionamentos ou tempo disponível, haverá sempre uma solução para você, basta você se esforçar. Mas não se limite à sua conta bancária atual. Pense grande e trabalhe com afinco. A realização dos seus objetivos só depende de você.

5) Estrutura de distribuição

Cadastre-se com antecedência, se optou pelo ebook, nas distribuidoras e livrarias escolhidas por você, se mais de uma. Alguns cadastros podem ser demorados, então não deixe para a última hora. Além disso, baixe os aplicativos de leitura e teste os ebooks antes do lançamento: veja se precisam de revisões, e saiba utilizá-los para responder as dúvidas de seus leitores. Se os livros forem impressos, faça uma lista das livrarias em que vai deixar os livros em consignação, e monte um calendário de entrega e recolhimento dos exemplares. Se estiver em parceria com uma editora, você não terá que fazer nada disso, mas, mesmo assim, faça um acompanhamento de onde estão sendo vendidos os seus livros.

6) Lançamentos presenciais

Se o seu livro é digital e o seu objetivo é vendê-lo, veja se valerá a pena um lançamento presencial, dentro de uma livraria, um evento literário ou tecnológico. Talvez o melhor, neste caso, seja investir em marketing digital, onde está, afinal de contas, o seu público leitor. Mas, se o seu livro é gratuito e o seu objetivo é obter prestígio na sua área de atuação, ministrar palestras pode ser uma opção mais apropriada. Mais uma vez, tudo vai depender do seu estilo e intenção.

7) Parcerias estratégicas

Outras pessoas ou empresas podem estar querendo trocar figurinhas com você, por isso, invista algum tempo negociando parcerias estratégicas, e veja o que pode oferecer em troca. Montar uma apresentação em PDF, marcar um Skype, tudo isso pode ser feito sem custo para conversar com outras pessoas e aumentar a sua rede de relacionamentos e parcerias. Mas lembre-se que se o seu livro fala sobre abelhas, você pode tanto procurar os apicultores ou ONGs que defendem as abelhas dos apicultores. Economize o seu tempo. Procure as pessoas e empresas certas.

8) Divulgação

Independente do modelo escolhido, o seu livro vai precisar de divulgação. Planeje sozinho, ou converse com os seus parceiros escolhidos, quanto tempo e dinheiro serão investidos neste item. Se você optou pela auto-publicação e não tem dinheiro para fazer a divulgação, criar um blog, páginas em redes sociais, dar palestras e participar de eventos em geral são ações de custo zero e que geram bons resultados. Avalie as variáveis e monte o seu plano de divulgação. Mesmo que o seu objetivo seja entregar a obra gratuitamente ao público, gaste algum tempo com divulgação, ou corra o risco de que a obra não chegue ao conhecimento do público que você quer beneficiar com o seu texto.

9) Tempo/conveniência

O tempo é valioso, não é à toa que dizem que tempo é dinheiro. Portanto, queira ou não queira lucrar com os livros, analise o tanto de tempo que você terá que despender na produção e pós-produção dos livros, ainda mais se pretende lançar vários livros. Converse com escritores, livreiros e editores experientes. Não se dê por satisfeito com uma única opinião. Pese os prós e os contras, e saiba como quer gastar o seu tempo.

10) Novos horizontes

Esteja sempre aberto a novas possibilidades e conexões. Mesmo depois de ter feito o seu planejamento, novas possibilidades vão continuar surgindo, pelas mudanças do mercado e pela sua criatividade e prática. Portanto, esteja sempre com um pé no chão e um olho no horizonte, de olho nas novidades sempre!

  fonte: http://revolucaoebook.com.br/caminhos-auto-publicacao/?fb_ref=recommendations-bar