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As empresas necessitam de um cinturão de segurança

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Cada vez mais companhias necessitam de profissionais especializados em identificar os riscos que pairam sobre suas atividades.

Somente uma em cada quatro empresas tem indicadores de gestão de risco em suas operações.

Entrar no carro e colocar o cinto de segurança antes de ligar o motor é um hábito tão automático no Brasil que ninguém imagina o que é dirigir sem essa proteção. Até 1994, porém, o uso não era obrigatório e o país ostentava números recordes de acidentes de trânsito no mundo. Desde então, novas políticas de prevenção para gerenciar os riscos de acidentes no trânsito têm sido implementadas. Maior fiscalização para motoristas que ingerem bebidas alcoólicas, redução de velocidade em vias urbanas e uso de capacete obrigatório para motociclistas. Desta forma, o país logrou reduzir as mortes dos motoristas.

Atenuar fatores que possam provocar acidentes de percurso vale tanto para o trânsito como para as empresas, que hoje já incluem a gestão de risco, inteligência e contra-inteligência como uma expertise necessária para atingir os resultados esperados. Muito nova no vocabulário das corporações brasileiras, as equipes de gestão de risco e inteligência, bem como suas funções, ainda têm sido apresentadas a muitas empresas nacionais.

A produção de conhecimento como base para informação, conceitos de contra-informação e noções de segurança são alguns dos itens que são abordados na Gestão de Riscos e continuidade dos negócios. A experiência na identificação, análise, desenvolvimento de respostas e monitoramento, para diminuir a probabilidade e o impacto dos riscos são uma exigência para o profissional de segurança e para o Gestor de Riscos.

Cada vez mais, as ações de inteligência requerem do profissional um senso crítico apurado, para que de posse das informações obtidas ele possa saber utilizá-las com critérios. Onde, não somente aprender como buscar, mas também saber como manter em sigilo tais informações para que sejam utilizadas no processo de uma administração de riscos consciente é fundamental.

O acesso indevido a registros de informações sensíveis - aquelas que, pela importância e necessidade de proteção, exigem medidas especiais de segurança - sempre foram grande fonte de atenção dos Governos e das Instituições, tendo sido suas técnicas de obtenção, por um lado, e neutralização, por outro, compiladas, organizadas e transformadas, respectivamente, nas Atividades de Inteligência e de Contra-Inteligência. É notório que uma medida preventiva adequada pode neutralizar o ato de infração antes que ele venha a ocorrer. Assim, a informação é o objetivo final da ação de inteligência que deve antecipar os fatos.

As atividades de Gestão de Riscos, Inteligência e de Contra-Inteligência estão presentes em todas as grandes decisões nacionais, seja proporcionando Segurança ao Estado ou fornecendo Competitividade às Empresas. Do ponto de vista histórico, as atividades de inteligência e de contra-inteligência sempre foram de uso restrito aos ambientes militares, tendo sido decisivas em todos os grandes conflitos mundiais. Recentemente seus conceitos e métodos vêm sendo empregados por diversas Organizações, motivadas que estão com o acirramento da concorrência, vazamento ou fuga de informações e defesa de seu patrimônio, seja tangível, físico, eletrônico ou composto por valores intangíveis tais como o capital intelectual ou a credibilidade junto a opinião pública, por exemplo. Sua atual utilização como elemento-chave na gestão de riscos nos negócios, assim, representa uma séria ameaça a governança corporativa, sendo observados continuamente casos de fraudes internas, concorrência desleal e furto de informações, e até o seu uso, com regularidade, pelo Crime Organizado.

Ambas as disciplinas, todas convergentes para o mesmo foco, dependem da conscientização de todos os envolvidos com a Gestão, seja nos procedimentos definidos para proteção de áreas e instalações, na proteção de documentos e materiais, na segurança das pessoas, dos processos e em tecnologias confiáveis, especialmente sistemas de comunicação e informações, eletrônicos ou não. Assim, torna-se necessário delinear, na Gestão Corporativa, uma assessoria específica, ligada ao seu mais alto escalão, cuja missão seja desenvolver uma cultura de Produção, Aquisição e Proteção do Conhecimento Estratégico, visando garantir, primordialmente, Controle de Ativos e Recursos de Informação, Imagem de Mercado e Conformidade Legal ("Compliance").

Toda corporação vai ter riscos em todas as suas áreas - planejamento, controle, finanças, tecnologia, recursos humanos, etc. Por isso, os profissionais do setor têm de olhar esses riscos de forma holística, trabalhando com cada departamento, para que eles sejam mínimos.

O advogado Gustavo Lemos Fernandes, do escritório Emerenciano, Baggio e Associados, explica que esse gestor precisa conhecer a empresa como um todo e ter um plano de gerenciamento de risco, que deve ser elaborado ao lado de todas as equipes. Fernandes afirma que esse profissional deve trabalhar ao lado de outras duas equipes dentro das corporações: as de compliance e as de crise. "São três figuras que têm de caminhar muito perto e de forma harmônica", diz. Alerta também para a conveniência de se ter uma equipe, não um único profissional.

A cultura de se ter uma equipe atuando na empresa de olho nos riscos dos negócios vem crescendo nos últimos anos, não por coincidência, quando a crise econômica recrudesceu e as companhias tiveram de olhar para dentro. Levantamento da Marsh de 2016 com 330 empresas mostraram que só uma em cada quatro tem indicadores de gestão de risco em suas operações. Somente 31% das companhias têm uma implementação total da gestão de risco. Quase metade (49%) têm lideranças para gerenciamento de risco. 52% têm apenas um manual e 55% elaboraram um mapa estratégico. De todo o modo, experts da área reconhecem que há um aumento expressivo de profissionais. "Muito mais companhias têm feito questão dessas pessoas em seus quadros", diz Ricardo Basaglia, diretor executivo da Michael Page. O executivo da empresa de recrutamento e seleção explica que a independência do gestor de riscos está diretamente ligada a quem ele se reporta. "Se é para o presidente ou o conselho administrativo, ele tem mais liberdade de ação", diz Basaglia.

E o que um gestor de riscos precisa ter? Segundo os consultores, ele deve ser experiente e versátil, para conseguir trabalhar com experts de todas as áreas. "A certificação profissional, que existe, é importante, mas não é o fundamental", afirma. Besaglia diz que não precisa ter uma formação específica, mas precisa ser analítico e ter uma boa visão de negócios, para não correr riscos de engessar a companhia. O executivo da Michael Page afirma que, em grandes empresas, um profissional ganha entre 8.000 e 10.000 reais. Mas eles podem chegar a salários de 30.000 a 35.000 - aqueles que se reportam aos presidentes. "É um mercado em desenvolvimento, com poucos profissionais com desenvoltura na área", afirmam. Acrescentam: "Não somos um freio, somos como um cinto de segurança, para que a companhia atinja seus objetivos na velocidade certa."

Veja também:

Curso de Contrainteligência com ênfase em Segurança Orgânica->http://bit.ly/2okDLGF

Curso GRC - Governança, Gestão de Riscos e Conformidade->http://bit.ly/2cYTaLv

Implementando Segurança da Informação - Passo-a-Passo->http://bit.ly/238r2Ex

Penetration Test ou Teste de Penetração - Saiba porque isto é importante->http://bit.ly/1VZHx4l

Governança em Segurança da Informação->http://bit.ly/22WLoEF

Plano de Continuidade de Negócios, você precisa de um!-> http://bit.ly/1VhrSN7

Estudo Mostra que Funcionários Roubam Dados Corporativos->http://bit.ly/1N21NuA

O que as pequenas empresas precisam saber sobre a segurança da informação->http://bit.ly/1oqq8Ee

Contra Inteligência, Gestão de Riscos e continuidade de Negócios->http://linkd.in/1Ms6mkx

Fontes: FERMA, IFRIMA, RMA, El País.

 

 

 

Implementando Segurança da Informação – Passo-a-Passo

 

ISO27001

 

Segurança da Informação é o tema do livro " Secure & Simple: A Small-Business Guide to Implementing ISO 27001 On Your Own", escrito por Dejan Kosutic.

Leia-o e saiba como:

  • Iniciar um projeto de implementação;
  • Obter uma explicação simples da norma ISO 27001;
  • Estruturar a documentação exigida;
  • Obter a certificação - o processo e os critérios para organismos de certificação.

O autor cria um passo-a-passo para a implantação do padrão que se tornou a referência global mais popular para a gestão da Segurança da Informação. Embora seja voltado para profissionais de TI e de segurança interessados em implementar o ISO 27001 em suas empresas, o autor explica que o livro não substitui a aquisição e leitura da norma, mas é um facilitador, ajudando o leitor no processo de implementação durante todos as fases requeridas.

Entre os temas abordados estão:  

  • Avaliação do nível de maturidade da empresa visando à preparação para a implementação do padrão;
  • As principais fases do projeto;  
  • Gestão de Riscos e auditoria dos sistemas de gerenciamento de segurança da informação.

Veja também:

 

Cinco passos para garantir a proteção dos dados de negócios

5proteção

 

A pesquisa mostrou que a perda de dados é uma das principais preocupações dos executivos de TI, segundo a empresa de gerenciamento de dados de Iron Mountain, que compilou cinco passos para proteger os dados, em comemoração ao  Dia da Proteção de Dados .

A iniciativa internacional, agora em seu nono ano, tem como objetivo educar os consumidores e as empresas sobre a importância da salvaguarda de dados, respeitando a privacidade e a constituição da confiabilidade, tendo em vista a confidencialidade, disponibilidade e integridade das informações na Organização.

O 28 de janeiro foi escolhido porque nesse dia, em 1981, o Conselho da Europa adotou a Convenção 108 sobre a proteção dos dados pessoais dos indivíduos, a raiz de toda a legislação relativa à privacidade e proteção de dados.

A gerente sênior de marketing de produtos e soluções de Iron Mountain, Jennifer Burl, disse que  as empresas de todos os tamanhos podem se beneficiar de conselhos sobre como melhorar a segurança de seus dados.

"De acordo com a  National Cyber ​​Security Alliance, apontou-se que 50% dos ataques cibernéticos tiveram como destino empresas com menos de 2.500 funcionários", acrescentou.

Burl apontou cinco passos que as empresas podem tomar para manter seus dados seguros e protegidos para evitar problemas legais e regulamentares.

Passo 1: saber onde seus dados residem

" Não é possível concluir o seu plano de segurança até que você saiba exatamente o que se está protegendo e onde são armazenados os dados", disse Burl.

A maioria das empresas armazenam dados em vários tipos de mídia: discos locais, sistemas de backup baseado em disco, fita fora das instalações e na nuvem. Cada tecnologia e formato requer o seu próprio tipo de proteção.

Passo 2: Implementar uma política de "conhecimento conforme a necessidade de uso'

Para minimizar o risco de erro humano (ou curiosidade), criar políticas que limitam o acesso a determinados conjuntos de dados.

Designar acesso baseado descrições detalhadas de cada cargo ou posto de trabalho.  Também não se esqueça de automatizar registros sobre qualquer um que tenha tido acesso a um conjunto de dados em particular passar não passar despercebido.

Passo 3: Reforçar a segurança da rede

"As redes estão quase certamente protegidas por um software firewall e antivírus. Mas certifique-se de que essas ferramentas são atualizadas frequentemente e que são competentes o suficiente para fazer o trabalho", disse Burl.

A cada dia novas definições de malware são liberadas, e o software antivírus tem de manter-se atualizado.

A filosofia de trazer o seu próprio dispositivo (Bring your own device - BYOD) chegou para ficar, e sua equipe de T  I deve estender seu guarda-chuva de segurança em smartphones e tablets que os funcionários usam para fins comerciais.

Passo 4: Monitore e reporte sobre o ciclo de vida de seus dados

Crie um plano de gestão do ciclo de vida dos dados para garantir a destruição segura dos dados antigos e obsoletos da empresa.

Como parte deste processo, as empresas devem:

  • Identificar os dados a serem protegidas, e durante quanto tempo;
  • Criar uma estratégia que inclui backups em fita de backup off-line e offsite múltiplas;
  • Prever as consequências de um ataque bem sucedido através de um simulado e em seguida, proteger as vulnerabilidades percebidas neste exercício;
  • Tomar em conta os arquivos no formato não informatizado (em papel, por exemplo) tendo em vista que eles também podem ser roubados;
  • Inventariar todos os hardwares que poderiam conter dados antigos e eliminar de forma segura copiadoras, sistemas de correio de voz obsoletos e até mesmo aparelhos de fax.

 

Passo 5: Educar todos           

"A segurança dos dados está, em última análise, nas pessoas", disse Burl. "Todos os funcionários devem compreender os riscos e as consequências das violações de dados e como evitá-los, especialmente com o aumento dos ataques de engenharia social."

" Converse com seus funcionários sobre as vulnerabilidades, links para malwares disfarçados em e-mails não solicitados. Incentive-os a informar se seus computadores começam a agir de forma estranha."

Criar uma cultura de segurança em que todos entendam o valor crítico de seus dados de negócios e da necessidade de sua proteção. "Porque quando você pensa sobre isso, cada dia é uma proteção de dados", disse Burl.

Educar os usuários para proteger a economia

A empresa de gestão de conteúdo Intralinks disse que muitas pessoas trazem até maus hábitos de casa para a empresa, pois a educação do usuário não é apenas para proteger, mas também sobre a proteção da economia.

O CTO para a Europa Intralinks, Richard Anstey disse que pode ser contraproducente  dizer às pessoas usarem senhas fortes, porque se cria uma falsa sensação de segurança de que as pessoas, em seguida, levam ao trabalho.

"Quando se trata de informações altamente sensíveis, tais como protocolo de internet, as pessoas precisam saber sobre medidas muito seguras, como a gestão sobre os direitos das informações", disse.

De acordo com Anstey, a segurança é conhecer o nível de perigo e saber como implementar o nível adequado de proteção.

"Se quisermos uma sociedade verdadeiramente segura de seus dados  temos de começar por assegurar de que as pessoas sabem qual é o valor de seus dados, então você pode tomar uma decisão centrada sobre como protegê-los", disse ele.

Muita ênfase sobre ameaças externas

A empresa de assinatura criptografica Egress alertou que muitas empresas estão se concentrando em ameaças externas.

pedido de liberdade de informação (FOI) da Egress para o Gabinete do Comissário de Informação no Reino Unido revelou que 93% das violações de dados ocorrem como resultado de erro humano.

O Diretor Geral da Egress, Tony Pimenta, afirmou que as empresas devem começar a olhar mais para dentro de casa para evitar violações de dados.

"Erros como a perda de um e-mail sem criptografia no dispositivo ou enviar um e-mail para a pessoa errada estão prejudicando muito as organizações", disse ele.

Pimenta acrescentou que mostram os dados FOI que se gastou um total de 7,7 milhões dólares por erros na manipulação de informações sensíveis, enquanto que até esta data não foram aplicadas multas devido a falhas técnicas que expõem dados confidenciais.

" O erro humano nunca será erradicado, até porque as pessoas sempre cometem erros. Por isso, as organizações precisam encontrar formas de limitar os danos causados ​​por esses erros", disse ele.

Segundo a Egress, a política deve ser apoiada por tecnologia de fácil utilização que permite formas seguras de se trabalhar sem afetar a produtividade, proporcionando uma rede de segurança quando eventualmente os usuários cometem erros.

As empresas precisam de uma abordagem proativa para segurança de dados

A empresa de governança de dados Axway afirma que as empresas precisam adotar uma abordagem proativa para segurança da informação contra hackers maliciosos e violações de dados.

O Vice-presidente de go-to-market da Axway, Antoine Rizk, comenta que, em um mundo cada vez mais conectado,  as empresas precisam monitorar proativamente seus fluxos de dados para evitar violações de dados caros.

"No entanto, muitas organizações grandes ainda estão à espera de algo dar errado para depois abordar as falhas em suas estratégias de segurança - uma atitude que resultou em algumas das mais famosas brechas de segurança em 2014", disse ele.

Axway prevê que em 2015, o habito de trazer seu próprio dispositivo (BYOD) irá evoluir rapidamente o chamado de Internet das Coisas (Internet of Things - IoT), com os funcionários trazendo dispositivos vestíveis no mercado de trabalho.

"Para que estas janelas abertas de oportunidade permitam maior mobilidade nos negócios para as empresas, sem pavimentar o caminho para hackers acessarem dados privados, a segurança deve evoluir ao mesmo ritmo que os próprios dispositivos", disse Rizk.

"As organizações também precisam saber quais os dados que os funcionários estão trazendo e quais os e os dados que estão extraindo para garantir que os ataques maliciosos e atividades conspícuas serão rapidamente bloqueadas", disse ele.

É importante ressaltar que existe o aumento dos riscos em plataformas móveis

A empresa de proteção de aplicações corporativas Arxan disse no dia de Proteção de Dados  é importante destacar o aumento dos riscos em plataformas móveis, especialmente no setor bancário e de pagamentos.

Diretor de vendas para a Europa da Arxan, Marcos Noctor, comentou que a empresa prevê que os riscos de segurança no setor financeiro será uma das áreas-chave de ameaças para 2015.

"Com isso em mente,  é fundamental que a segurança de aplicações móveis tenham prioridade para organizações como bancos, provedores de pagamento e os clientes que procuram fazer operações em dispositivos móveis", disse ele.

Uma investigação da Arxan revelou que 95% dos 100 melhores aplicações financeiras no Android e 70% das aplicações no iOS  foram invadidas no ano passado .

A empresa disse: "Nós recomendamos aos clientes que estão considerando o uso de uma aplicação financeira móvel, para operação bancária ou de pagamentos, tomarem as seguintes medidas para aumentar a segurança":

  • Baixar aplicativos bancários e de pagamentos armazenados apenas em locais que mantenham aplicações certificadas;
  • Perguntar para a sua instituição financeira ou provedor de pagamentos, se o seu aplicativo está protegido contra a engenharia reversa;
  • Não se conecte a um correio eletrônico, banco ou outra qualquer conta sensível através de WiFi pública . Se isso for inevitável, caso você fique muito tempo em cafés, hotéis ou aeroportos, por exemplo, pague para ter  acesso a uma rede privada virtual - VPN, pois isto irá melhorar significativamente a sua privacidade em redes públicas;
  • Pergunte ao seu banco ou provedor de pagamento móvel se mantém proteção automática para aplicações que foram lançados nas lojas de aplicativos. Não confie apenas nas soluções móveis de segurança do seu telefone, antivírus, antispam ou qualquer outro dispositivo da empresa para proteger aplicativos que residem no seu dispositivo móvel, contra hackers ou ataques de malware."

Autor: Warwick Ashford

Fonte: http://searchdatacenter.techtarget.com

 

Veja também:

Curso em PCI-DSS 3.0

O que as pequenas empresas precisam saber sobre a segurança da informação

 

 

 

 

 

 

A Matriz de Riscos de TI como elemento estratégico de Gestão

MatrizRiscoTI

 

As questões ligadas à gestão de riscos associados à Governança Corporativa, em especial aos relacionamentos desta com a Governança de TI já são uma realidade no cenário empresarial brasileiro.  

Procurando-se na etimologia de palavra "Riscos" percebe-se que é frequentemente associada a algo negativo, é produto da incerteza de eventos futuros, fazendo parte das atividades executadas, assim de certo modo Empreender é gerir riscos, sendo que isto não é novo, assim como a etimologia da palavra "Segurança" tem origem no latim e significa "sem preocupações". Na definição mais comum "Segurança é uma mal a evitar". Portanto quando se analisa todos os aspectos ligados a Segurança em Geral e a Segurança da Informação em particular é imprescindível abordar a Gestão dos Riscos e com o crescimento das operações de negócios em direção aos sistemas de informação baseados em tecnologia fez com que os números de ameaças e de vulnerabilidades sobre as redes de computadores e comunicações aumentassem exponencialmente. Deste modo a avaliação dos "Riscos de TI" passam a ser estratégicos para a Gestão da Segurança e continuidade dos negócios.

 

 "Riscos de TI" é o risco associado ao uso, gerenciamento, operação, suporte, inovação, influência ou adoção de TI para dar suporte aos negócios da organização. Através da gestão de riscos com foco em TI torna-se possível controlar e identificar   os rumos tomados e aferir se as diretrizes estabelecidas estão de acordo com os objetivos da instituição. A gestão de riscos em TI atua, também, na garantia da confiabilidade dos indicadores de governança, possibilitando uma governança de TI comprometida com os objetivos estratégicos a serem alcançados, tornando o alinhamento de TI e negócio mais eficiente e eficaz, na medida que o resultante é uma organização mais estável através da continuidade de seus negócios.

 

Portanto, toda a organização, para cumprir a sua missão, necessita de um suporte efetivo de sistemas de informação e de serviços de tecnologia da informação correlatos. Neste contexto, o gerenciamento de riscos de TI tem um papel crítico na proteção dos ativos de informação da organização.

 

Vários são os desafios de estruturação e implementação de uma área de gestão de riscos dentro das empresas. A segurança da informação, vista frequentemente como um assunto ligado a tecnologia, passa a ser entendida cada vez mais como um processo de negócio, e consequentemente, uma grande vantagem competitiva para o mundo empresarial e neste sentido a MATRIZ DE RISCOS DE TI  é o caminho natural a ser adotado em qualquer planejamento que tem por meta a Analise de Impacto de cada ameaça.

 

A MATRIZ DE RISCO, considerando o processo de gerenciamento de risco, seja ele baseado no COSO ou na ISO 31.000, é um dos seus elementos mais importantes, pois permite determinar a partir de uma avaliação qualitativa do risco, a magnitude dos riscos identificados.

 

A MATRIZ DE RISCOS torna- se assim, o principal elemento para a determinação das estratégias de riscos e das respectivas respostas aos riscos.

 

A análise inicial parte do conhecimento das necessidades específicas que são demandas pelos negócios da empresa e os serviços de TI, sendo que neste caso a existência de um Catálogo de Serviços formal ajuda muito. O Catálogo de Serviços, conforme definido pelo ITIL, é um subconjunto do Portfólio de Serviços da Organização, que consiste de todos os serviços ativos e aprovados que podem ser oferecidos aos atuais e futuros clientes da TI na organização. É, inclusive, uma projeção da eventual capacidade do provedor de serviços de TI para entregar valor aos seus clientes (Office of Government Commerce, 2007).

 

Outro aspecto fundamental é saber exatamente quais são os Ativos/Recursos de TI. O mapeamento dos ativos de TI que atendem o Negócio é essencial à Governança de TI e geralmente, há uma relação "muitos para muitos" entre as funções de negócio e a infraestrutura de TI. Por exemplo, em um  determinado servidor é possível armazenar ambos, dados de negócios e sistemas automatizados de processamento de dados,  o qual pode suportar muitas funções de negócios. Por outro lado, ao contrário, uma única função de negócios pode invocar vários servidores. Sugerimos o uso de ferramentas automatizadas que possam gerar para os sistemas automatizados o relacionamento dos processos de negócio com os sistemas de TI.

 

Antes de tudo é necessário definir o perfil profissional dos envolvidos neste processo de avaliação dos riscos, sendo que podemos destacar as principais qualificações necessárias:

 

Principais Conhecimentos:

 

  • Conhecer quais são os riscos de TI e saber mensurá-los;
  • Saber determinar as formas de prevenção;
  • Saber monitorar o desempenho dos equipamentos.

 

Principais Habilidades

 

  • Ter capacidade de coordenação;
  • Saber analisar os riscos;
  • Saber tratar e criar estratégias de resolução de problemas.

 

O próximo passo importante é conhecer os Indicadores de Governança e avaliar seus desempenhos relacionados aos Riscos de TI. Por exemplo, se elegermos o indicador "Quantidade de Equipamentos de TI em uso", primeiro deve-se saber se é um Tipo de Indicador relacionado com o Desempenho ou com o Resultado, depois o que ele demonstra, sendo que pode ser uma Eficiência, uma Perda ou simplesmente o número de Computadores/ funcionário; Servidores/ funcionário; Impressoras/ funcionário, portanto a análise do contexto estratégico de cada um é fundamental, daí a necessidade de um profissional com conhecimentos, habilidade e competências para tal, conforme citamos anteriormente.

 

 

A seguir é importante definir a meta de cada indicador. Por exemplo, o indicador "Quantidade de Equipamentos de TI em uso dentro/fora da garantia" tem como meta "Garantir a disponibilidade e continuidade do serviço", sendo que esta meta deve estar dentro de um período definido, uma "Data de Revisão da Meta" e um critério para a "Avaliação Atual do Cumprimento da Meta".

 

Finalmente, quando temos os Riscos de TI identificados, podemos perceber, por exemplo:

 

  • Carência de uma melhoria contínua;
  • Inexistência de um Comitê para identificar, avaliar, prevenir e solucionar os Riscos de TI apresentados;
  • A atenção e cooperação dos envolvidos que devem prover informações e implantar os controles determinados;
  • Ausência de metas claras quanto à segurança das informações;
  • Falta de uma cultura de segurança;
  • Ausência de checklists;
  • Impossibilidade de quantificar e mensurar o impacto dos riscos.

 

 

Caso você queira saber como criar e implementar a MATRIZ DE RISCOS PARA TI para a sua organização participe de nosso Curso online elaboração de Matriz de Riscos de TI

 

 

 

Cybercrime gera prejuízo de R$ 18 bilhões no Brasil

 SecurityTom

 

Cerca de 22 milhões de pessoas foram vítimas de ameaças virtuais últimos 12 meses.

Segundo a Symantec, o número de vítimas de ataques virtuais chegou a 22 milhões nos últimos 12 meses no Brasil. Entretanto, no Norton Report 2013, a companhia afirma que o número diminuiu, mas o custo médio por vítima dobrou.

A companhia afirma que o valor dos crimes cibernéticos dos últimos 12 meses foi superior a R$ 18 bilhões, e 45% dos adultos tiveram uma experiência de crime virtual e comportamento de risco no último ano.

O levantamento afirma que 49% dos usuários de smatphones e 61% dos de tablets têm sistema de segurança online instalado em seus equipamentos, mesmo assim, 57% dos usuários de smartphone o Brasil foram vítimas de crime virtual móvel. Apesar de quase metade dos usuários de smartphones se importarem com seus dispositivos, 48% não tomam cuidados básicos, como a utilização de senhas e software de segurança, e backup de arquivos.

Dos entrevistados, 58% usam aparelho pessoal para trabalho e diversão, e 39% dos usuários smartphones não deletam e-mails suspeitos. 33% dos brasileiros não se desconecta dos perfis sociais após o uso e 31% se conecta com pessoas desconhecidas. Entre os adultos, 61% usam redes de WiFi públicas ou inseguras.

"Se fosse um teste, os usuários móveis seriam reprovados", alerta Marian Merritt, Advogada de Segurança na Internet da Symantec. "Enquanto os consumidores protegem seus computadores, existe uma falta geral de consciência para proteger seus equipamentos móveis. É como se eles tivessem sistemas de alarme em suas casas, mas deixassem seus carros destravados e com as janelas abertas", finaliza.

fonte: http://www.ipnews.com.br

Shodan, um poderoso e polemico mecanismo de busca

 

Shodan é um motor de busca que permite encontrar tipos específicos de computadores (roteadores, servidores, etc) usando uma variedade de filtros. Alguns também o descrevem como um motor de busca de banners de serviços, que são meta-dados que o servidor envia de volta ao cliente.  Pode ser informações sobre o software de servidor, que opções o serviço suporta, uma mensagem de boas-vindas ou qualquer outra coisa que o cliente gostaria de saber antes de interagir com o servidor.

Shodan coleta dados principalmente em servidores web no momento (porta HTTP 80), mas há também alguns dados de FTP (21), SSH (22) Telnet (23), SNMP (161) e (5060) serviços SIP.  

Foi lançado em 2009 pelo programador de computador John Matherly, que, em 2003,   concebeu a ideia de dispositivos de busca ligados à Internet.  

Este serviço começou a ficar famoso principalmente porque em maio de 2013, a CNN Money lançou um artigo detalhando como SHODAN pode ser usado para controlar sistemas de missão crítica na Internet, incluindo controles de semáforos, por exemplo. O software "varre" a internet para encontrar cada aparelho conectado. Juntamente com portas de garagem e roteadores, o Shodan também já pode encontrar painéis de controle de usinas de energia, serviços públicos, equipamentos científicos voláteis e até de uma barragem na França. O que significa que, com o know-how mal intencionado, alguém pode muito bem rastrear esses aparelhos, acessá-los e cortar a energia de uma cidade, inundar outra ou provocar um derretimento numa usina de energia com um simples clique.

O problema consiste em não haver uma forma abrangente de barrar ao acesso de informações dos dispositivos conectados na rede, pois  existir muita coisa listada pelo Shodan que não deveria ser acessível por qualquer usuário nem passível de ser controlada.

Especialistas como Dan Tentler, Engenheiro de Segurança da Informação e Team Red no Twitter, disse em palestra em 2012  que a maioria dos esquemas de segurança "é horrivelmente, horrivelmente ruim". "Eu posso controlar uma usina hidrelétrica francesa pela internet. Ela possui duas turbinas com produção de cerca de 3 megawatts cada, o que pode ser interessante. Ou simplesmente entrar no sistema que controla um lava-rápidos", afirma.

Ou seja, grande parte do que foi encontrado pelo Shodan poderia ser usada para causar estragos e danos, mas não é o intuito de Matherly, criador da ferramenta. Quem entra no site recebe dez resultados sem a necessidade de abrir uma conta no sistema. Ou 50 resultados com uma conta. Para conseguir mais informações, é preciso abrir uma conta paga, e informar Matherly do propósito das buscas a ser feitas no Shodan.

Se os resultados foram utilizados para causar problemas não se sabe, mas é fácil imaginar potenciais conflitos: mexer com sistemas de controle de semáforos certamente levaria pessoas à morte. Ou seja, existem muitos sistemas conectados à internet, de forma completamente insegura, sem qualquer motivo para estar na rede.

John Matherly afirma que começou  com uma máquina Dell de £100 no seu tempo livre e trabalhou  continuamente nisso por três anos. Quando começou,  adicionava uns 10, 100 mil registros por mês, agora adiciona centenas de milhões ao mês. A velocidade com que consigue rastrear pela internet tem se acelerado bastante. Disse que criou o Shodan basicamente para que as companhias pudessem rastrear onde seus softwares estavam sendo usados.  O que aconteceu é que pesquisadores de segurança são capazes de usar isso para achar todos esses softwares, todos os aparelhos que rodam e por aí a fora.

Ainda segundo John Matherly, o Shodan é similar ao Google, sendo que o Google procura por URLs, mas o Shodan não faz isso. A única coisa que faz é escolher aleatoriamente um IP entre os vários que existem, estando ele em funcionamento ou não, e tenta se conectar a ele por diferentes portas. Provavelmente isso não é parte da rede visível no sentido que não dá para simplesmente usar um navegador qualquer. Todavia não é algo que a maioria das pessoas conseguiriam descobrir facilmente, não é algo visual da mesma maneira que um site.

 

 

 

Fontes:

http://en.wikipedia.org/wiki/Shodan_(website)

http://www.forbes.com/sites/kashmirhill/2013/09/04/shodan-terrifying-search-engine/

http://securityinformationnews.files.wordpress.com/2013/09/shodan.png?w=209&h=143

http://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/a-ferramenta-de-buscas-shodan

http://www.shodanhq.com/

http://www.vice.com/pt_br/read/o-shodan-e-realmente-o-mecanismo-de-busca-mais-perigoso-do-mundo

 

Governança em Segurança da Informação

 

Governança em SI

 

Os investimentos em Segurança da Informação já estão na lista de prioridades dos CIOs de grandes corporações há tempos, todavia esta preocupação já começa a ser questionada do ponto de vista estratégico, notadamente sob a ótica do gerenciamento de risco. Organizar a TI para crescer de forma sustentável é um objetivo comum das organizações, no entanto ao dar os primeiros passos as questões de governança da sua segurança se tornam cada vez mais prioritárias, tornando cada vez mais claro que há um GAP entre o que existe hoje de real na maioria delas e a distância que tais empresas ainda precisam percorrer para sua governança sob os aspectos e enfoques de um sistema efetivo de gestão da segurança da informação - SGSI com a Gestão de Riscos.  Enquanto a Gestão da Segurança da Informação atende as demandas pontuais (visão de curto prazo ou operacional) para garantir confidencialidade, integridade e disponibilidade dos ativos, a Governança da Segurança da Informação alinha as ações de Governança aos objetivos estratégicos da organização, o que permite a área de Segurança da  Informação  venha agregar  valor  ao  negócio  e esteja apta para atender não somente as demandas atuais mais também as futuras.  

 

Nesse contexto fica evidente que governar a Segurança da Informação é uma tarefa complexa, que exige o apoio da alta direção e que é mais facilmente atendida quanto maior for o nível de maturidade do processo de gestão da segurança da informação.

 

Esta visão deve partir desde a criação de plano formal de negócios e preparar a organização para eventuais incertezas, desenvolver um modelo de governança compatível com o futuro planejado, que permite identificar e gerir os riscos associados ao negócio, levando-se em conta  que na avaliação dos riscos potenciais não passará despercebido os temas ligados a ações de hackers e vírus, eventuais perda de informações dos clientes, indisponibilidade operacional, falha de conduta e falta ética de parceiros e colaboradores, roubo de propriedade intelectual, espionagem, vazamento de informações e até fraude.

Neste esforço, a experiência nos diz que ainda há uma enorme dificuldade em demonstrar para a alta direção das organizações, o valor real da Segurança da Informação e o retorno do investimento necessário nessa área quando ainda não ocorreu um incidente grave de segurança. O mesmo se passa frequentemente na implementação de um sistema de gestão de continuidade de negócio, por exemplo.

Para os dirigentes de uma organização o número de vulnerabilidades corrigidas em determinada aplicação ou a quantidade de ataques sofridos no último mês não são informações relevantes se não forem relacionadas com as principais interrupções nos principais processos de negócio, ou prejuízos de ordem financeira.  Daí a importância em direcionar as ações e o planejamento da gestão de maneira que "falem a mesma língua" da direção do negócio.

Esta capacitação que propomos - Curso Governança em Segurança da Informação - habilita o participante a ampliar o conhecimento sobre a Governança da Segurança da Informação, sua importância estratégica e descreve detalhadamente os seus principais componentes. Por outro lado, dá subsídios para que a Governança Corporativa possa interagir e controlar a Governança de TI nos seus aspectos relativos 'a segurança da informação permitindo que a organização estabeleça seus objetivos,  determine os meios necessários para alcançá-los e monitore seu desempenho com elementos garantidores suportados por um SGSI.

Sempre é bom lembrar que a visão integrada da segurança da informação e as novas quatro "ondas" (mobilidade, social network, cloud e Big data) que estão se "quebrando" sobre as empresas e a própria indústria de TI vão provocar uma descontinuidade na maneira de como se adquire e usa tecnologia garantindo a confiabilidade, disponibilidade e integridade das informações que a partir desta nova visão será distribuída e gerenciada por toda a cadeia produtiva, indo desde a indústria até o ponto de venda. Mas para "surfar estas ondas" de forma segura temos que ir além das tecnologias que as suportam, e para isso precisamos dar muita atenção à preparação, contratação e reciclagem dos profissionais de TI, processos e todos os componentes envolvidos com a segurança de forma ampla e de todo risco relacionado.

 

Este conteúdo aborda várias metodologias,  modelos de boas práticas, frameworks e normas ISO, partindo-se de um tópico muito comum da administração baseado na ferramenta da qualidade, o enfoque PDCA. Esta ferramenta visa garantir o alcance das metas necessárias à sobrevivência dos negócios e, embora simples, representa um avanço sem limite para o planejamento eficaz e também é a base do planejamento para a Governança com foco na segurança da informação.

Este ciclo é necessário para que todas as experiências sejam constantemente revisadas, para que os ajustes sejam realizados e para que o aprendizado com os erros seja possível. Desta forma é possível sempre identificar necessidades de melhoria, principalmente nas áreas suportadas por processos de apoio onde os recursos em todos os sentidos são mais escassos, devendo dessa forma alcançar a melhor produtividade possível nos processos implantados.

Diversos fatores influenciam a implantação de uma Governança de Segurança da Informação, começando pela nomenclatura, dialetoum tanto estranho à realidade dos principais executivos das empresas. O Perfil do profissional gestor de TI é outro fator que é decisivo para o sucesso de um projeto desse nível. Além das habilidades técnicas, tornam-se necessárias outras características, como um perfil de negociador e de liderança transformacional independente da hierarquia que ocupa. O gestor deve buscar obter alinhamento estratégico da segurança da informação. A organização precisa, por exemplo, desenvolver e divulgar de forma conjunta com a Governança em geral uma politica de segurança da informação de acordo com um plano de continuidade de negócio, se possível.

Já no que diz  respeito  a  gestão  de riscos   as   diretrizes gerais devem focar em uma   análise sistemática e avaliação dos riscos, identificar, monitorar e reportar incidentes de segurança, estimar e reduzir a probabilidade e o impacto dos riscos.

 

A Governança em Segurança da informação deve ter como diretrizes mestras o Alinhamento Estratégico, a Gestão de Riscos, Gestão de Infraestrutura (incluindo todos os recursos de forma eficaz), Gestão de Indicadores de Desempenho de Segurança da Informação e principalmente estar alinhada a entrega de Valor do negócio como um todo.

 

 

Sobre a gestão de desempenho através de indicadores é bom frisar que não basta criar e implementar controles, é preciso checar a eficácia dos mesmos. Exemplos de metas para monitorar esse objetivo: número de incidentes e quantidade de sistemas que não atendem aos requisitos de segurança.

 

Minimizar o impacto de incidentes e reduzir a probabilidade de interrupção dos serviços são exemplos de metas que podem ser utilizadas para verificar se a organização está alcançando  seu  objetivo principal,  a  entrega  de valor.

 

 

Principais diferenças entre Elaboração e Gestão de Contratos e Gestão de Terceiros e Fornecedores

 

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O Curso Gestão de Terceiros e de Fornecedores  ora proposto se caracteriza pela abordagem de gestão.

Ele atravessa de forma horizontal as diversas atividades, habilidades e conhecimentos necessários para se estabelecer a gestão eficaz e eficiente de contratos, inclusive em seus aspectos jurídicos. Não é objeto do curso abordar de forma vertical a elaboração de contratos, demonstrando casos de contratos utilizados para os diversos segmentos da indústria e serviços. Caso tivéssemos optado por esse conteúdo, o titulo do curso teria que se assemelhar a " Princípios e Fundamentos para a Elaboração de Contratos ".

Veja, o principal problema da maioria das empresas é o estabelecimento da Gestão de Contratos e Fornecedores. Sabemos que a maioria das empresas não utiliza de forma eficaz os contratos como objeto de gerenciamento das atividades ou critérios de qualidade de entrega de produtos, prazos, custos, riscos, tratamentos de exceção, renovação, auditorias de fornecedores, reuniões de acompanhamento, sla, abordagens baseadas em práticas de excelência na gestão de fornecedores, desenvolvimento de fornecedores, etc...

 

Assim construímos um treinamento que aborda o processo de gestão e aponta os Fatores Críticos de Sucesso para uma boa gestão.

 

Autor: Sergio Richter Ayres

 

 

 

 

Plano de Continuidade de Negócios, você precisa de um!

Dominós

 


Um bom Plano de Continuidade de Negócios vai manter a sua empresa em funcionamento através de interrupções de qualquer espécie: falhas de energia, falhas no sistema de TI, desastres naturais, problemas de cadeia de suprimentos e muito mais.
Saiba mais sobre o "porque", "como", "onde" e "principalmente os benefícios com a sua implementação".

(O que é, Por que)
Objetivo-> Juntamente com o corpo executivo da organização, dimensionar os riscos e estabelecer um PCN - Plano de Continuidade dos Negócios aos serviços mais críticos de sua empresa.

Alguns dos principais fatores motivadores, os quais determinam possíveis objetivos são: "recuperar os processos críticos de  negócio" ;  "proteger a reputação"; "proteger os colaboradores"; "cumprir com obrigações legais/regulatórias"; e "proteger os interesses dos  acionistas".

Basicamente, um PCN é um conjunto de três outros planos, sendo que cada um  destes  planos  é  focado  em  uma determinada variável de risco, numa situação de ameaça ao negócio da empresa (ou ambiente):

* O Plano de Gerenciamento de Crises  (PGC)

(Para atividades que envolvem as respostas aos eventos)

* O Plano  de  Continuidade  Operacional  (PCO) 
(Voltado para as atividades que garantam a realização dos processos)

* O Plano  de Recuperação  de  Desastres  (PRD)
(Focado na substituição ou reposição de componentes que venham a ser danificados)

Como todo projeto a definição de linguagem semântica, nível de abordagem e escopo é fundamental. Todos os envolvidos devem saber o que significa Plano de Continuidade de Negócios, Planejamento da continuidade do negócio, Dimensionamento de Desastres, Níveis Críticos de Disponibilidade, Critérios de Avaliação de Confiabilidade, Classificação e Integridade dos dados e capacidade de Sobrevivência.

Mesmo sem ter planos formais de continuidade, através dos questionamentos abaixo a alta gerência poderá saber se a sua organização está preparada para uma fatalidade operacional:

*  Quais são os principais negócios da minha organização?
*  Quais são os fatores de risco operacionais que podem afetar seriamente os negócios da organização?
*  Quais são os fatores de risco estratégicos que podem afetar seriamente os negócios da organização?
*  Devemos englobar o risco da  cadeia de  fornecimento no  Plano?
*  Qual seria o impacto nas receitas geradas pelos negócios da empresa se um ou mais fatores de risco acontecesse?
*  Como a empresa está preparada para lidar com o inevitável ou uma ameaça?
*  Que tipo de  incidentes houveram e se positivo, quais foram ás maiores perdas nos últimos dois  anos?
*  Quais são os principais fatores motivadores para o PCN ("Boas Práticas"; "experiência do passado"; "cumprimento regulatório"; "pressão do cliente"; "vantagem competitiva"   ou "pressão de  seguradoras")?

Caso a empresa já tenha pensado ou até iniciou iniciativas anteriores neste sentido quais foram as barreiras encontradas?
Por exemplo:  "falta de  tempo", "conflito de  prioridades", "falta de  recursos", "falta de  entendimento",  "falta de  orçamento", "más experiências", "falta de  capacidades" ou "falta de  apoio executivo".




(Como, Onde)
Meios-> Um plano de continuidade exige a delimitação de um escopo de trabalho baseado na seleção dos serviços mais críticos e os respectivos ativos tangíveis e intangíveis relacionados (infraestrutura física, propriedade intelectual, pessoas, processos que compõem a cadeia de valor e tecnologias) envolvidos no atendimento destes processos-chave de negócios.

O projeto começa a partir da etapa de avaliação BIA (Business Impact Analysis), onde os processos críticos de negócios da empresa são ordenados em função do seu custo e impactos de não continuidade, até a etapa de Análise de Criticidade, onde os mesmos são avaliados de forma detalhada de acordo com os impactos que a organização venha a sofrer com a sua interrupção, as informações apresentadas agregam importantes indicadores para os gestores e responsáveis pela direção da empresa.


Neste aspecto são determinados diversos cenários de eventos inesperados que podem levar a interrupção de sua empresa e com base nesta realidade são realizadas as seguintes atividades:

*  Determinação do escopo da continuidade do negócio;
*  Mapeamento dos fluxos e ativos contingenciados;
*  Estabelecimento e implementação das estratégias de continuidade do negócio;
*  Completa documentação dos planos e procedimentos;
*  Realização e acompanhamento de testes, reavaliação, aceitação e manutenção do plano.

Em linhas gerais uma abordagem metodológica passa pelas seguintes etapas:
*  Assessment do PCN.
*  Capacitação da Equipe, indo desde da Estratégia até ao nível Operacional(*1).
*  Elaboração do Plano de Continuidade.
*  Implementação.


(O que eu ganho com isso)
Produtos Finais->

*  Relatório de impacto nas operações do negócio (BIA).
*  Plano de Administração de Crises, Plano de Contingência e Plano de Recuperação de Desastres.
*  Procedimentos de teste do plano e preparação das áreas envolvidas no PCN.

 Benefícios->

O principal benefício de  ter um PCN é, evidentemente, garantir que a sua empresa está preparada se um incidente ocorrer e principalmente na recuperação mais rápida após incidentes ocorridos. E acrescentando a esta preparação, elencamos a seguir vários outros fatores favoráveis, onde, se atender pelo menos uma das afirmações já se justifica    implementar um programa de  PCN: 


*    Um melhor entendimento dos seus negócios como um todo.
*    Ter parâmetros reais para uma melhor tomada de  decisão estratégica notadamente pela melhoria de tomada de decisão sobre situações de risco.
*    Diminuição de impactos aos negócios em casos de crise de disponibilidade.
*    Atendimento de necessidades normativas e regulatórias incluindo aspectos da BS 25999(*2) ,  ISO 27002(*3) e ISO 15999(*4).
*   Aumento da credibilidade do negócio e possibilidade de reduzir os valores dos seguros da organização.
 
 (*1)
Curso Disaster Recovery - Objetivo
O principal objetivo do curso é capacitar o aluno a elaborar planos e estratégias para Recuperação de Desastre visando manter a operação da organização, mesmo perante a um cenário adverso. Elaborar o mapeamento de Processos de Negócio e ativos críticos de uma Organização fictícia; Realizar as seguintes Analises: Ameaças, Riscos e Vulnerabilidade - realização de entrevistas; Apurar os resultados e orientar ao comitê executivo uma estratégia para Gestão de Recuperação de Desastre; Elaboração dos Planos; Construir um planejamento de testes para os planos e estratégia; Apresentar o resultado dos testes, custos e demais informações. Todos os passos serão elaborados em sala de aula - contextualizando todo o programa de Gestão de Continuidade de Negócios. Aulas práticas com a formação de 2 empresas fictícias, dividindo a turma em dois grandes grupos.
Para maiores informações: http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos/riscos-governan%C3%A7a/curso-disaster-recovery-em-rio-de-janeiro.aspx


Curso Gestão de Continuidade de Negócios - Objetivo
O principal objetivo do curso é capacitar o aluno a elaborar planos e estratégias para Contingência para manter a operação da organização, mesmo perante a um cenário adverso. Elaborar o mapeamento de Processos de Negócio de uma Organização fictícia; Realizar as seguintes analises: Ameaças, Riscos e Impacto nos Negócios - realização de entrevistas; Apurar os resultados e orientar ao comitê executivo uma estratégia para Gestão de Crise; Elaboração dos Planos; Construir um planejamento de testes para os planos e estratégia; Apresentar o resultado dos testes. Todos os passos serão elaborados em sala de aula - contextualizando todo o programa de Gestão de Continuidade de Negócios. Aulas práticas com a formação de 2 empresas fictícias, dividindo a turma em dois grandes grupos.
Para maiores informações: http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos/riscos-governan%C3%A7a/curso-gest%C3%A3o-de-continuidade-de-neg%C3%B3cios-em-s%C3%A3o-paulo.aspx


Curso de Gerenciamento de Crise Corporativa em São Paulo - Objetivo
O principal objetivo do curso é capacitar o aluno a elaborar planos e estratégias para Recuperação de Desastre visando manter a operação da organização, mesmo perante a um cenário adverso. Elaborar o mapeamento de Processos de Negócio de uma Organização fictícia; Avaliar as seguintes Analises: Ameaças, Riscos e Impacto nos Negócios - realização de entrevistas; Apurar os resultados e orientar ao comitê eecutivo uma estratégia para Gestão de Crise; Elaboração dos Planos; Construir um planejamento de testes para os planos e estratégia; Apresentar o resultado dos testes. Todos os passos serão elaborados em sala de aula - contextualizando todo o programa de Gestão de Crise Corporativa. Aulas práticas com a formação de 2 empresas fictícias, dividindo a turma em dois grandes grupos.
Para maiores informações: http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos/riscos-governan%C3%A7a/curso-de-gerenciamento-de-crise-corporativa-em-s%C3%A3o-paulo.aspx


Curso PCN - Plano de Continuidade de Negócios - Objetivo
Este curso tem como objetivo prover conhecimento das melhores práticas de Planejamento e Continuidade de Negócios, capacitando o aluno para a formulação, planejamento e execução de um plano de continuidade de negócios, aprofundando o conhecimento do aluno nas áreas de Gestão de Risco, Resposta a Incidentes e Gerenciamento de crises.
Para maiores informações: http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos/riscos-governan%C3%A7a/curso-plano-de-continuidade-de-neg%C3%B3cios.aspx

 

(*2)O BS 25999  é um standard do Reino Unido que regula a implementação e a gestão de  um programa de  Continuidade de  Negócio que foi lançado em  2007.   Apesare  ser  um standard do Reino Unido, teve também relevância fora deste, e é uma ferramenta útil para qualquer empresa que esteja a tentar implementar um PCN.

(*3)A norma ISO 27002 (anteriormente conhecida como a norma ISO 17799), é um código de práticas para a segurança da informação. Descreve centenas de potenciais controles e mecanismos de controle, que podem ser aplicadas para a orientação fornecida dentro da framework ISO 27001.
A norma estabelece as diretrizes e princípios gerais para iniciar, implementar, manter, bem como a melhoria da gestão da segurança da informação dentro de uma organização. Os controlos que estão listados dentro da norma reconhecem os requisitos específicos identificados através de uma avaliação de risco formal. A norma também se destina a fornecer orientação para o desenvolvimento de padrões de segurança organizacional e práticas eficazes de gestão da segurança.
A base da norma foi originalmente publicada pelo governo do Reino Unido, que se tornou num padrão em 1995, quando foi republicada pela BSI como BS7799. Em 2000, foi novamente republicada, desta vez pela ISO, como ISO 17799. A nova versão apareceu em 2005, juntamente com uma nova publicação, a ISO 27001. Estes dois documentos estão  destinados a ser utilizados em conjunto, complementando-se.
Para saber mais sobre esta norma e nosso Curso correspondente acesse:
http://www.grupotreinar.com.br/videos/seguran%C3%A7a-da-informa%C3%A7%C3%A3o/curso-e-certifica%C3%A7%C3%A3o-em-iso-27002-exin-synercorp.aspx
Neste vídeo se explica as aplicabilidades da famílias de normas ISO 27000 e dá detalhes importantes sobre as normas ISO 27001 e ISO 27002 mostrando a importância de iniciar o processo de aprendizado pela ISO 27002 e os benefícios de se obter a certificação. 


(*4) Originária da BS 25999-2, a norma ABNT NBR 15999-2 especifica os requisitos de um plano para manter a operação em funcionamento em caso de algum alguma ocorrência grave no ambiente de negócio. O seu objetivo é garantir os processos fundamentais para que a empresa após ter passado por um incidente gerador de uma ruptura do negócio, retorne à sua condição normal, conseguindo desta forma, minimizar os prejuízos.
Criada pelo BSI em 2006, a norma britânica BS 25999 foi publicada no Brasil em outubro de 2007 pela ABNT com o nome ABNT NBR 15999, sendo a primeira norma para o gerenciamento da continuidade do negócio, que estabelece os processos, princípios e terminologias da Gestão da Continuidade do Negócio (GCN) ou Business Continuity Management (BCM). Ela prove a base para o entendimento, desenvolvimento e implementação da continuidade do negócio dentro das organizações, bem como proporciona confiança nos negócios entre empresas e seus pares. Ela foi desenvolvida por praticantes da comunidade global e é desenhada para propiciar à organização, uma grande capacidade de restabelecer seus principais processos dentro de uma condição e prazo anteriormente acordados.

FastSalas.com

Estudo Mostra que Funcionários Roubam Dados Corporativos

 

 

Segurança da Informação

 

Empresas falham em conscientizar os funcionários sobre roubo de propriedade intelectual. No Brasil, 62 por cento dos colaboradores que mudaram de emprego mantêm dados corporativos confidenciais e 56 por cento planejam usá-los na nova companhia para a qual trabalharão.

 

Mais da metade dos funcionários de empresas brasileiras (62 por cento) que deixaram ou perderam seus empregos nos últimos 12 meses mantêm dados corporativos confidenciais, de acordo com uma Pesquisa Global da Symantec   (Nasdaq: SYMC). Além disso, 56 por cento no Brasil planejam usá-los em seus novos empregos. O número é maior que o resultado global, de 40 por cento. Os resultados mostram que as atitudes cotidianas e crenças dos funcionários sobre o roubo de Propriedade Intelectual (PI) estão em desacordo com a maioria das políticas nas empresas.

Os funcionários não só acham que é aceitável levar e usar a PI quando deixam uma empresa, mas também acreditam que as organizações não se importam. Apenas 47 por cento em todo o globo (33 por cento, nos resultados do Brasil) dizem que suas empresas tomam alguma atitude quando os funcionários se apropriam de informações confidenciais em desacordo com as políticas internas. E 68 por cento no mundo dizem que suas organizações não tomam medidas para assegurar que os funcionários não utilizem informações competitivas sigilosas de terceiros. As organizações falham em criar um ambiente e uma cultura que promovam a responsabilidade dos funcionários em relação à proteção da Propriedade Intelectual. 

"As empresas não podem concentrar suas defesas unicamente em invasores externos e funcionários mal intencionados que planejam vender PI. O funcionário que leva dados corporativos confidenciais sem segundas intenções, porque não entende que é errado, também pode ser muito prejudicial para uma organização. A orientação isolada não vai resolver o problema de roubo de PI. As empresas precisam de tecnologias de prevenção contra perda de dados para monitorar o uso da PI e alertar sobre os comportamentos que colocam dados corporativos confidenciais em risco. O momento de proteger sua PI deve vir antes que ela saia pela porta", afirma Vladimir Amarante, Gerente de Engenharia de Sistemas e Especialista em Segurança da Symantec. 

Destaques da pesquisa

  • Funcionários levam PI para fora da empresa e nunca a apagam.  Enquanto 62 dois por cento dos entrevistados globalmente dizem que é aceitável transferir documentos de trabalho para dispositivos pessoais - computadores, tablets, smartphones ou aplicativos de compartilhamento on-line de arquivos - 76 por cento dos executivos brasileiros que pensam da mesma maneira. E apenas seis por cento destes apagam os dados transferidos porque não veem nenhum mal em mantê-los;
  • A maioria dos funcionários não acredita que seja errado usar dados sobre competitividade de um empregador prévio.Quarenta e quatro por cento dos entrevistados brasileiros (56 por cento no resultado global) não acreditam que seja crime usar informações de sigilo comercial de um concorrente. Essa crença equivocada coloca seus empregadores atuais em risco por serem receptadores involuntários de PI roubada;
  • Os funcionários atribuem a posse da PI à pessoa que a criou.Quarenta e quatro por cento dos entrevistados no mundo (61 por cento, no caso brasileiro) acreditam que um desenvolvedor de software que cria código-fonte para uma companhia tem alguma propriedade sobre seu trabalho e invenções; enquanto isso, 42 por cento dos entrevistados (55 por cento entre os brasileiros) não acreditam ser crime reutilizar o código-fonte de sua autoria sem autorização em projetos de outras empresas;
  • As organizações falham em criar uma cultura de segurança.Apenas 23 por cento dos entrevistados no Brasil dizem que seus gerentes veem a proteção dos dados como uma prioridade para os negócios. No cenário global esse número é de 38 por cento. Outros 51 por cento no globo acham que é aceitável levar dados corporativos porque suas empresas não cumprem rigorosamente suas políticas.



O mais importante, porém, é que os inovadores estão obtendo um crescimento da receita quase 50 por cento mais alto do que os tradicionais (44 por cento contra 30 por cento). Considerando tudo, as empresas observam resultados positivos líquidos com a mobilidade.

Recomendações

  • Orientar funcionários:  As organizações precisam informar seus funcionários de que se apropriar de informações confidenciais é errado. A conscientização sobre o roubo de PI deve ser parte integrante do treinamento de segurança;
  • Usar Acordos de Confidencialidade:  Em quase metade dos casos de roubo de informação corporativa, a organização tinha acordos de PI com o funcionário, o que indica que apenas a existência de uma política, sem aplicação rigorosa e a compreensão do funcionário, é ineficaz . É necessário utilizar uma linguagem mais forte e específica em acordos de trabalho e se certificar de que as entrevistas de demissão incluam conversas sobre a contínua responsabilidade dos funcionários em proteger as informações confidenciais e devolver todas as informações e elementos de propriedade da empresa (quando estiverem armazenadas). Os funcionários devem estar cientes sobre as violações de políticas e que o roubo de informações da empresa terá consequências negativas para eles e para seu futuro empregador;
  • Implementar tecnologias de monitoramento:  Adote uma política de proteção de dados que monitore o acesso e o uso inadequados de PI e notifique automaticamente os funcionários sobre violações. Essas medidas vão aumentar a conscientização sobre segurança e impedir roubos.




AFIRMAÇÕES ESPECULATIVAS: Todas as indicações especulativas de planos para produtos são preliminares, e todas as datas de lançamentos futuros são experimentais e estão sujeitas à alteração. Todos os lançamentos futuros do produto ou modificações planejadas nos recursos, funcionalidades ou habilidades do produto estão sujeitos à constante avaliação da Symantec, e poderão não ser implementados, não devendo ser considerados como compromissos firmados pela Symantec, nem considerados para decisões de compra.

 

 


Sobre a Pesquisa
A pesquisa da Symantec  O que É Seu É Meu: Como os Funcionários Estão Colocando sua Propriedade Intelectual em Risco   foi realizada pelo The Ponemon Institute em Outubro de 2012, para examinar o problema de roubo ou abuso de PI por parte dos funcionários no local de trabalho. Os resultados se baseiam nas respostas de 3.317 indivíduos em seis países, incluindo Estados Unidos, Reino Unido, França, Brasil, China e Coreia.

 

fonte:http://www.symantec.com/pt/br/about/news/release/article.jsp?prid=20130313_01