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Saiba mais sobre os segredos da longevidade

Olhar para a Luz do Alto

 

As bactérias não envelhecem. Podem até morrer, caso ocorra algum acidente ou sejam privadas de alimentos, mas não envelhecem nunca. Tanto é que, no ano 2000, cientistas decidiram ressuscitar uma bactéria que havia ficado presa em um depósito de sal há 250 milhões de anos. Depois de reanimá-la e oferecer nutrientes, a bactéria simplesmente voltou a se reproduzir, como se o tempo não houvesse passado.

Outros animais também desfrutam do mesmo dom: é o caso da água-viva turritopsis dohrnii, do peixinho rockfish e de algumas espécies de tartarugas que vivem na América no Norte. Todos vivem sem prazo de validade, ao contrário de nós, humanos - e mortais. Pode até ser que você não resista 250 milhões de anos, como a bactéria ressuscitada, mas a ciência já é capaz de apontar o caminho para quem está em busca da longevidade.

Uma constatação importante sobre o assunto foi feita pelo pesquisador e escritor Dan Buettner, em parceria com a equipe da National Geographic, em 2004, quando se mapearam as cinco regiões do mundo onde a possibilidade de uma pessoa alcançar os 100 anos chega a ser 10 vezes maior que a de um morador comum dos Estados Unidos. Esses locais foram chamados por eles de "Zonas Azuis".

 Mapa da Longevidade

 

Mas qual o segredo desses lugares? Dan conta em seu livro The Blue Zones quais características são capazes de explicar a longevidade nestas regiões. São fatores compartilhados por estas zonas azuis que prometem ser o tempero que faltava para obtermos uma vida mais longa. Mas, primeiro, vamos conhecer esses lugares:

Okinawa, Japão - É a província mais ao sul do Japão, composta por 169 ilhas, e também a região com o maior percentual de centenários no mundo inteiro.

Sardenha, Itália - Uma ilha localizada em pleno mar Mediterrâneo, com um total de 1,65 milhões de habitantes, dos quais 371 já haviam completado 100 anos em 2012. A maior taxa de longevidade foi encontrada na região conhecida como Província de Nuoro.

Loma Linda, Estados Unidos - Uma pequena cidade da Califórnia que conquistou uma expectativa de vida dez anos mais alta que a média americana. Cerca de metade dos habitantes locais fazem parte da Igreja Adventista do Sétimo Dia, que segue regras rigorosas para descanso, alimentação e exercícios.

Península de Nicoya, Costa Rica - Mais de 400 centenários vivem nesta região repleta de praias e montanhas. É o lugar em que existe o maior número de pessoas acima dos 100 anos no mundo.

Icária, Grécia - Estima-se que um terço da população de Icária irá chegar aos 90 anos. A estimativa é fácil de entender quando nos deparamos com taxas de incidência de câncer 20% menores e de doenças cardíacas 50% menores do que em outras regiões. A possibilidade de demência é praticamente nula na população.

Todas estas zonasapresentam algumas características em comum e elas podem ajudar a traçar o mapade uma vida mais longeva, segundo as pesquisas de Dan Buettner:

Corpo em movimento

Nas zonas azuis, as pessoas não estão acostumadas a fazer exercícios - ou, pelo menos, não da maneira como nós estamos, reservando uma hora específica para realização de alguma atividade física. Ao contrário,eles se mantêm em movimento, sem precisar fazer muito esforço para isso.

Tanto na Sardenha quanto em Icária, por exemplo, grande parte da população é acostumada a pastorear animais, o que faz com que se mantenham em movimento.Manter um jardim em casa, caminhar até o trabalho ou simplesmente o fato de viver em um local com escadas também contribui para se manter em movimento sem precisar pensar muito sobre o assunto.

Alimentação

As dietas aplicadas por estas cinco comunidades possuem muitas coisas em comum. Enquanto o consumo de carnes é raro entre elas - em Loma Linda grande parte da população é vegetariana -, as frutas, vegetais e grãos são item indispensável na mesa. Por sinal, um estudo realizado pela Universidade de Loma Linda, em 2001, demonstrou que dietas pobres ou isentas de gordura animal podem presentear você com dois anos extras de vida, enquanto exercícios diários moderados são responsáveis por um bônus de 6 anos - em compensação, fumar pode subtrair de 10 a 11 anos dessa conta.

Obviamente, cada lugar tem sua particularidade no quesito alimentação: em Okinawa, existe uma prática conhecida como hara hachi bu, que significa comer até ficar 80% satisfeito. O que parece apenas uma tradição sem muito sentido tem mais embasamento científico do que você pode imaginar: diversos cientistas já assumem que uma dieta restrita seja o caminho para a longevidade. A tese é reforçada por experimentos que indicam que, ao comer 50% menos, os ratos são capazes de viver o dobro, e com saúde. Resultados semelhantes foram encontrados em estudos com peixes, aranhas, cachorros, moscas… Há indícios de que, sozinhas, as escolhas alimentares podem somar 13 primaveras à sua vida.

Bebem com moderação

Fora a cidade de Loma Linda, onde a população evita o consumo de álcool graças à religião, todas as outras zonas azuis aceitam sem problemas uma dose de bebida, mas seus habitantes também sabem consumi-la com moderação.

Espiritualidade

Independente da religião ou doutrinas, a fé se mostrou um ponto forte para essas comunidades longevas. É assim que a população de Loma Linda lida com sua religião, com forte apego à Igreja Adventista do Sétimo Dia ou que os habitantes da Península de Nicoya manifestam sua profunda fé em Deus.

Frequentar serviços relacionados à fé pelo menos quatro vezes por mês pode adicionar até 14 anos na sua vida, independente da doutrina.

Senso de comunidade

Todas as regiões têm um profundo senso de comunidade: na Sardenha, a família está sempre em primeiro lugar; em Loma Linda, a Igreja é o lugar de reuniões e amizades; enquanto isso, em Okinawa, os habitantes possuem um grupo de amigos que os acompanha desde a infância até o fim de seus dias e com quem podem compartilhar as felicidades e tristezas da vida.

Propósito

Em Okinawa, Dan Buettner questionou aos habitantes qual o motivo que os fazia acordar pela manhã: todos sabiam exatamente o que responder. Na língua local, existe até mesmo uma palavra para definir esse proposto: ikigai. Segundo o pesquisador, ter um propósito pode render um bônus de 7 anos no jogo da vida.

Mas, acima de tudo, é importante saber: há grandes chances de você não chegar aos 100 anos. Mesmo que decida começar a seguir amanhã mesmo todas as indicações acima, sua probabilidade de chegar lá é bem baixa. Isso porque a genética também tem seu papel neste jogo - e estudos recentes indicam que apenas 15% das pessoas possuem genes que as predispõe à alta longevidade. E mais da metade dos centenários têm parentes que chegaram aos 100 anos. Mesmo assim, estima-se que o estilo de vida seja responsável por 70% deste cálculo.

Mas… digamos que você possa chegar até os 90 anos com saúde. Infelizmente, o próprio Dan Buettner mostra que apenas força de vontade não é suficiente para aumentar nossa expectativa de vida. Para mudar, é preciso transformar uma comunidade inteira e não apenas os seus hábitos, como ele explicou em uma palestra no TedMed (Como viver mais de 100 Anos).

 

Quem sabe um dia iremos chegar a um futuro próximo ao previsto no livro As Intermitências da Morte, de José Saramago, que inicia com a singela frase "No dia seguinte ninguém morreu". No caso do livro, a (ir)responsável por isso era uma Morte com M maiúsculo, que havia simplesmente parado de realizar seu trabalho, resultando em um cenário de calamidade, onde os velhos quase imploravam pelo seu "descanso eterno". Mas a velhice da realidade parece ser bem mais promissora que a encontrada na literatura: cerca de 2 terços dos idosos são completamente independentes para as atividades da vida diária.

Não é por acaso que a faixa da população que mais cresce no mundo é a dos idosos com mais de 100 anos - em 2015, o grupo deverá ser 20 vezes maior do que no ano 2000. Quando voltamos um pouco no tempo, fica fácil perceber os avanços já alcançados nesse sentido: entre os romanos, a expectativa de vida era de 20 anos e 90% da população morria antes de completar seu 46º aniversário. No Brasil, a expectativa média de vida era de 33 anos em 1900, hoje, esse número subiu para 68 anos, mais do que o dobro. Por enquanto, resta esperar e torcer para que, ao menos nesse quesito, estejamos cada vez mais próximos das bactérias.

 

Fonte: http://www.hypeness.com.br/2015/06/os-segredos-da-longevidade-voce-tem-feito-isso-certo/

Autora: Mari Dutra

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Os sete médicos essenciais ao homem com mais de 50 anos

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Envelhecer é inevitável, mas esse processo pode acontecer de maneira mais natural e sem limitações que afetem a sua qualidade de vida. Para isso, acompanhamento médico é fundamental desde cedo - recuperar a saúde pode dar muito mais trabalho do que se prevenir de problemas. Enquanto as mulheres estão habituadas a ir ao médico com frequência e ficam alertas ao surgimento de qualquer sinal estranho, o assunto é tabu entre os homens. "Homens acima dos 50 anos não agendam uma consulta mesmo quando já apresentam sintomas de uma doença", afirma o urologista Daher Chade, do Instituto de Câncer.

 

Oftalmologia

 

Após os 50 anos, doenças como a catarata e o glaucoma têm maior incidência, daí a necessidade de uma visita anual ao oftalmologista. "Grande parte das doenças dos olhos são irreversíveis, então identificar o problema precocemente pode eliminar a necessidade de cirurgias", afirma o oftalmologista Marco Antonio Alves, diretor da Sociedade Brasileira de Oftalmologia. O especialista lembra ainda que é possível identificar outras doenças silenciosas, como o diabetes e a hipertensão, apenas por meio de exames oculares. "E mesmo quem já sabe que é portador dessas doenças pode melhorar o controle clínico delas em uma consulta oftalmológica", complementa.

 

Odontologia

 

Ir ao dentista apenas uma vez ao ano é arriscado demais nessa idade. O cirurgião dentista Rodrigo Bueno de Moraes, da Associação Brasileira de Odontologia (ABO), recomenda uma visita semestral ao consultório. "Os problemas mais comuns são a gengivite, inflamação das gengivas, e distúrbios de oclusão, como o bruxismo". Segundo ele, o intervalo entre um check-up e outro diminui caso o paciente tenha diabetes, seja fumante ou apresente outra condição que possa afetar a saúde bucal.

 

Cardiologia

 

"Após os 40 anos, o risco de infarto ou insuficiência cardíaca aumenta muito", afirma o cardiologista João Manoel Rossi Neto, diretor da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP). Por isso, recomenda-se uma visita anual ao médico, que fará uma análise clínica do paciente, avaliando se ele apresenta fatores de risco como obesidade e gordura abdominal. Na visita ainda será solicitado o histórico familiar de doenças cardiovasculares e exames laboratoriais de rotina para avaliar o colesterol e os triglicérides. Após essa primeira bateria, os resultados indicarão a necessidade ou não de se fazer exames mais elaborados, envolvendo até mesmo ultrassom.

 

Pneumologia

 

"O câncer de pulmão não é o mais prevalente em homens, mas, certamente é o que mais mata, por ser um tipo mais agressivo", afirma a pneumologista Sandra Aparecida Ribeiro, da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisilogia (SBPT). Por isso, se o indivíduo é ou foi fumante, deve visitar um pneumologista anualmente para detecção desse problema. De acordo com a especialista, o risco da doença permanece mesmo após largar o cigarro. A visita ao pneumologista também deve acontecer sempre que o homem de mais idade for vítima de gripes ou resfriados. "O risco de o problema evoluir para uma pneumonia é maior e pode levar o paciente à morte". Outro cuidado fundamental é tomar as vacinas contra infecções respiratórias (gripe e pneumonia, por exemplo) disponíveis para pessoas de mais idade em postos públicos.

 

Urologia

 

A partir dos 45 anos, todo homem deve marcar uma consulta com um urologista anualmente, de acordo com o urologista Daher Chade, do Instituto do Câncer. Na consulta é feito o exame de toque retal que, na verdade, não leva mais do alguns segundos. "Por meio deste e de outros exames é possível diagnosticar diversos cânceres, como o de próstata, bexiga e rim, além de doenças que podem causar infertilidade". A periodicidade pode mudar caso o paciente tenha histórico de familiares com doenças do trato urinário.

 

Coloproctologia

 

"O câncer de intestino é o que mais mata o homem depois do câncer de pulmão e do câncer de próstata", afirma o especialista Daher. Isso porque esse tumor tem, entre os principais fatores de risco, a idade. O consumo de álcool, o tabagismo e uma dieta pobre em fibras e rica em gordura são outros fatores de risco para esse tipo de câncer - a cada cinco anos, portanto, é indicado fazer uma colonoscopia para detectar o problema precocemente. O exame consegue identificar alterações da mucosa do intestino que podem evoluir para um câncer e o tratamento dessas alterações já reduz o risco da doença.

Endocrinologia

 

"A incidência do diabetes aumenta conforme a idade", diz a endocrinologista Claudia Chang, doutoranda em Endocrinologia e Metabologia pela USP. Por isso, é fundamental analisar a glicemia do paciente idoso regularmente. Outro ponto importante é a avaliação do perfil lipídico, que mostrará se houve aumento do colesterol LDL (prejudicial) ou diminuição do colesterol HDL (benéfico), fator de risco para doenças cardiovasculares.

A especialista recomenda ainda um exame de TSH para verificar possíveis problemas da tireoide. "Embora eles sejam mais comuns em mulheres, também podem acometer o público masculino", afirma. Por fim, uma análise clínica poderá identificar efeitos colaterais da andropausa, fase similar à menopausa feminina. "Se necessário, é indicada a reposição hormonal para aumentar a libido e a disposição do homem".

POR LAURA TAVARES

fonte: http://www.minhavida.com.br/saude/galerias/15478-os-sete-medicos-essenciais-ao-homem-com-mais-de-50-anos

 

7. Pratique sorrir - pode aliviar a dor

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Dando continuidade ao tema 10 coisas simples que você pode fazer hoje que vai fazer você feliz, apoiadas pela ciência, abordamos no post anterior a  6. Ajudar os outros - 100 horas por ano é o número mágico

 

Estar sorrindo de maneira sincera em si pode nos fazer sentir melhor, mas é mais eficaz quando - associado a  pensamentos positivos, de acordo com  este estudo a seguir:

"Um novo estudo conduzido por um estudioso de negócios da Michigan State University sugere trabalhadores de atendimento ao cliente que sorrisos falsos ou forçados  ao longo do dia pioram seu humor e promovem mais faltas ao trabalho, afetando assim  a produtividade. Mas os trabalhadores que sorriem como resultado de cultivarem  pensamentos positivos - como férias em lugares especiais - melhoraram seu humor e faltaram  menos ao trabalho.

É claro que é importante  praticar "sorrisos reais" , onde você usa seu órbitas. É muito fácil de detectar a diferença, veja:

Sorrisos

 

De acordo com  PsyBlog , estar  sorrindo pode melhorar a nossa atenção e nos ajudar a ter um melhor desempenho em tarefas cognitivas:

"Sorrindo nos faz sentir bem, o que também aumenta a nossa flexibilidade de atenção e nossa capacidade de pensar de forma holística. Quando esta ideia foi testada por Johnson et al.(2010), os resultados mostraram que os participantes que sorriam tinham um melhor desempenho em tarefas de atenção que exigiam ver toda a floresta e não apenas as árvores."

Um sorriso também é uma boa maneira de aliviar um pouco a dor que sentimos em circunstâncias preocupantes:

"Sorrir é uma forma de reduzir o sofrimento causado por uma situação preocupante. Os psicólogos chamam isso de hipótese do feedback facial. Mesmo forçando um sorriso quando não sinto que é suficiente para levantar o nosso humor ligeiramente (este é um exemplo de cognição incorporada)."

Um dos nossos próximos posts irá mais detalhes sobre  a ciência de sorrir .

No próximo post iremos abordar o tema "8. Planeje uma viagem - não apenas as férias"

 

Autora:     Belle Beth Cooper

Fonte:     http://blog.bufferapp.com/10-scientifically-proven-ways-to-make-yourself-happier

 

 

 

 

6. Ajudar os outros - 100 horas por ano é o número mágico

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Dando continuidade ao tema 10 coisas simples que você pode fazer hoje que vai fazer você feliz, apoiadas pela ciência, abordamos no post anterior a questão 5. Vá para fora - a felicidade é maximizada ao ar livre, agora vamos abordar o tema altruísmo.

Uma das peças mais intuitivas de conselho que eu encontrei é que, para sentir-se sentir mais feliz, você deve ajudar os outros. Na verdade, 100 horas por ano (ou duas horas por semana) é o tempo ideal que devemos dedicar a ajudar os outros, a fim de enriquecer as nossas vidas.

 

Se voltarmos para  o livro de Shawn Acor novamente, ele diz o seguinte sobre ajudar os outros:

... Quando os pesquisadores entrevistaram mais de 150 pessoas sobre suas compras recentes, eles descobriram que o dinheiro gasto em atividades tais como concertos e jantares de grupo humanitários ou afins traziam em longo prazo muito mais prazer do que as compras de materiais, como sapatos, televisores, ou relógios caros. Gastar dinheiro em outras pessoas, chamados "gastos pró-social", também aumentam a felicidade.

The Journal of Happiness Studies  publicou um estudo que explorou este tema:

Os participantes se lembram de uma compra anterior feita para si ou outra pessoa e, em seguida, relataram a sua felicidade. 

Então, gastar dinheiro com outras pessoas nos faz mais felizes do que comprar coisas para nós mesmos, por mais paradoxal que seja. Que tal passar o nosso tempo com outras pessoas? Um  estudo de um voluntariado na Alemanha explorou como voluntários foram afetados quando as oportunidades para ajudar os outros foram lhes tiradas:

 

Logo após a queda do Muro de Berlim, mas antes da reunificação do povo alemão, a primeira onda de dados destas iniciativas foram coletadas na Alemanha Oriental. Nesta época o voluntariado ainda era generalizado. Devido ao choque da reunificação, uma grande parte da infra-estrutura de voluntariado (por exemplo, clubes desportivos associados com empresas) entraram em colapso e as pessoas perderam aleatoriamente as suas oportunidades de voluntariado. Com base em uma comparação da mudança no bem-estar subjetivo dessas pessoas e das pessoas do grupo de controle que não tiveram alteração do seu estatuto de voluntariado, a hipótese suportada  é que o voluntariado é gratificante em termos de maior satisfação com a vida.

Em seu livro, Flourish: Um nova compreensão visionária da felicidade e bem-estar, o professor da Universidade da Pensilvânia Martin Seligman (veja o nosso post relacionado -> Saiba como a Psicologia Positiva pode nos ajudar a sermos mais felizas e produtivos) explica(e prova) que ajudar os outros pode melhorar as nossas vidas:

 

... Nós os cientistas descobrimos que fazer uma bondade produz o único aumento momentâneo mais confiável do bem-estar de qualquer exercício que nós testamos.

No próximo post iremos abordar o tema " 7. Pratique sorrir - pode aliviar a dor."

Autora:     Belle Beth Cooper

Fonte:     http://blog.bufferapp.com/10-scientifically-proven-ways-to-make-yourself-happier

 

 

5. Vá para fora - a felicidade é maximizada ao ar livre

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Dando continuidade ao tema 10 coisas simples que você pode fazer hoje que vai fazer você feliz, apoiadas pela ciência, abordamos no post anterior a questão  4. Passe mais tempo com amigos e familiares e seja mais feliz

 

Em  A vantagem Felicidade , Shawn Acor recomenda passar o tempo ao ar livre para melhorar a sua felicidade:

"Fazendo que nos levem  ir para fora em um dia bom também oferece uma vantagem enorme, pois um estudo descobriu que passar 20 minutos fora quando tempo está bom, não só clima  cria um ambiente positivo, mas também  ampliou a forma de pensar e melhorou a memória de trabalho ..."

Isso é muito boa notícia para aqueles de nós que estão preocupados com novos hábitos se encaixem em nossos horários já ocupados. Vinte minutos é um tempo curto o suficiente para passar do lado de fora que você poderia encaixar em seu trajeto ou até mesmo a sua pausa para o almoço.

Em um estudo britânico da  Universidade de Sussex também descobriram que estar ao ar livre torna as pessoas mais felizes:

"Estar ao ar livre, perto do mar, em um ambiente aconchegante, tarde ensolarada de fim de semana é o local perfeito para a maioria. Na verdade, os participantes se mostraram substancialmente mais felizes ao ar livre em todos os ambientes naturais do que em ambientes urbanos."

American Meteorological Society publicou uma pesquisa em 2011 na qual revelou que a temperatura tem um efeito maior sobre a nossa felicidade do que variáveis ​​como velocidade do vento e umidade, ou mesmo a temperatura média ao longo de um dia. Ele também descobriu que a felicidade é maximizada em 13,9 ° C, de modo a nos  manter um olho sobre a previsão do tempo antes de sair para os seus 20 minutos de ar fresco.

 

No próximo post iremos abordar o tema " 6. Ajudar os outros - 100 horas por ano é o número mágico."

 

Autora:    Belle Beth Cooper

Fonte:    http://blog.bufferapp.com/10-scientifically-proven-ways-to-make-yourself-happier

 

 

 

4. Passe mais tempo com amigos e familiares e seja mais feliz

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Dando continuidade ao tema 10 coisas simples que você pode fazer hoje que vai fazer você feliz, apoiadas pela ciência, abordamos no post anterior a questão 3. Aproxime-se mais ao trabalho - uma viagem curta vale mais do que uma casa grande.

 

O tempo social é muito valioso quando se trata de melhorar a nossa felicidade, mesmo para os introvertidos. Vários estudos descobriram que o tempo gasto com amigos e família faz uma grande diferença para o quão feliz nós sentimos, em geral. Permanecer em contato com amigos e familiares é uma das  cinco maiores arrependimentos dos moribundos

 

Eu amo o jeito que o  especialista de Harvard Daniel Gilbert explica a felicidade:

"Somos felizes quando temos família, somos felizes quando temos amigos e quase todas as outras coisas que pensamos nos fazer felizes são realmente apenas maneiras de obter mais família e amigos."

Se você quer mais provas de que é benéfico para você, eu encontrei uma pesquisa que prova que ele pode fazer você mais feliz agora.

 

George Vaillant é o diretor de um estudo de 72 anos de vida de 268 homens.

Em uma entrevista em março de 2008 newsletter para os sujeitos do estudo Grant, Vaillant foi perguntado: "O que você aprendeu com os homens neste estudo?" A resposta de Vaillant: "Que a única coisa que realmente importa na vida são seus relacionamentos com outras pessoas. "

Ele compartilhou ideias do estudo com Joshua Lobo Shenk em  The Atlantic sobre como as conexões sociais dos homens fez a diferença para a felicidade geral:

"Ao examinar as relações dos homens aos 47 anos dentre outras variáveis, ele descobriu, prevendo o ajuste de fim de vida melhor do que qualquer outra variável. Bom relacionamento entre irmãos parecem especialmente poderosa: 93 por cento dos homens que estavam prosperando aos 65 anos tinham estado perto de um irmão ou irmã, quando mais jovem."

Na verdade, um estudo publicado no  Journal of Socio-Economics afirma que seus relacionamentos valem mais de US $ 100.000:

Usando o British Household Panel Survey, acho que um aumento no nível de envolvimentos sociais é no valor de até um extra de US$ 85 mil por ano em termos de satisfação com a vida. Mudanças reais na renda, por outro lado, compram muito pouca felicidade.

Eu acho que a última linha é especialmente fascinante: mudanças reais na renda, por outro lado, compram muito pouca felicidade. Então, poderíamos aumentar nossa renda anual de centenas de milhares de dólares e ainda não ser tão feliz quanto se aumentou a força de nossas relações sociais.

 

O estudo de Terman, que é coberto em  O Projeto Longevidade , descobriu que os relacionamentos e como podemos ajudarmos uns aos outros foram fatores importantes na vida, vida longa e feliz:

"Terman achava em princípio que, se um participante sentia que ele ou ela tinha amigos e parentes para contar quando se tem um tempo difícil, então essa pessoa seria mais saudável. Aqueles que se sentiam muito amados e cuidados, previmos, viveriam por mais tempo.

Surpresa: a nossa previsão estava errada. Além do tamanho da rede social, o benefício mais claro das relações sociais veio de ajudar os outros. Aqueles que ajudaram seus amigos e vizinhos, aconselharam e cuidaram dos outros, tendiam a viver a velhice mais longa."

No próximo post iremos abordar o tema " 5. Vá para fora - passe mais tempo ao ar livre e seja mais feliz."

 

Autora:    Belle Beth Cooper

Fonte:    http://blog.bufferapp.com/10-scientifically-proven-ways-to-make-yourself-happier

 

 

A mudança climática é real – Veja as provas

Changing Ice

 

Fonte: http://climateandgeohazards.files.wordpress.com/2013/03/thephotosociety-org.jpeg

 

Sabemos que o planeta está se aquecendo, revendo os registros históricos de temperaturas tomadas em todo o mundo, nos oceanos e até mesmo por satélite. O gráfico abaixo da NASA mostra a mudança de temperatura da terra e medições para o mar a partir de 1880.

 

Mudança do Clima

 

Fonte: http://www.chasingice.com/wp-content/uploads/2012/11/climatechangeisreal-300x217.png

 

Enquanto alguns céticos podem apontar desacelerações menores de temperatura ou tempestades extras frias como prova de que o aquecimento não está ocorrendo, a tendência de longo prazo é clara.

A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) publicou um relatório em julho de 2010, que analisou 10 climáticos indicadores-chave que apontam para a mesma conclusão, a evidência de que o nosso mundo é o aquecimento é inconfundível.

O relatório da NOAA destacou que os seres humanos se desenvolveram por milhares de anos sob um estado climático e agora um novo conjunto de condições climáticas estão tomando forma que são consistentemente mais quentes, com algumas áreas prováveis ​​para palco de mais eventos extremos, como secas severas, chuvas torrenciais e tempestades violentas.

 

Além disso, 34 academias de ciência nacionais em todo o mundo fizeram declarações formais desde 2001, confirmando o aquecimento global e pedindo redução de gases de efeito estufa. 

 

A mudança climática é causada por seres humanos

 

O gráfico abaixo, fornecido pela Ciência Skeptical , mostrar as variações de dióxido de carbono (CO 2) ao longo dos últimos 400 mil anos, medido em núcleos de gelo. Seguindo a linha azul mostra a variabilidade de cerca de 275 partes por milhão em volume (ppmv) para pouco menos de 200ppmv até 1800.

 

 

Fonte: http://www.chasingice.com/wp-content/uploads/2012/11/climatechangeiscausedbyhumans-300x217.png

 

Com o início da Revolução Industrial, os combustíveis de carbono e elevada densidade populacional, CO 2 subiu muito além do padrão histórico de 400 mil anos.

 

Há um ciclo natural do carbono, que inclui a transferência de carbono significativa de e para as plantas e para o oceano. A incompreensível 450 gigatoneladas (GT) de carbono é absorvido pelas plantas a cada ano que mais do que compensa o 439 GT de carbono liberado naturalmente pela vegetação e terra durante esse mesmo tempo. O oceano tem uma dinâmica semelhante, absorvendo 338 Gt de carbono ao liberar 332 GT.

 

Enquanto cerca de 40% (a partir de 2004 ) dos 29 GT de humanos emissões de CO 2 são absorvidos através deste ciclo de limpeza natural, o CO 2 remanescente é aprisionado na atmosfera sem ter para onde ir. A atmosfera da Terra não pode liberar esse carbono e assim a cada ano, como seres humanos aumentam as suas emissões de CO 2, aumentam a quantidade de presos de carbono.

 

A mudança climática é um problema.

 

As temperaturas mais elevadas - A  temperatura média da superfície da Terra vai aumentar 1,1-6,4 graus centígrados (2,9-11,5 Fahrenheit) até o final do século.

 

Alterar Paisagens - Com o aumento das temperaturas, o gelo está derretendo, o oceano está subindo e a vegetação está mudando em todo o mundo.

 

Vida Selvagem em Risco - Os cientistas preveem que um quarto das espécies da Terra será extinta até 2050, se o aquecimento continuar ao ritmo atual.

 

Elevação dos mares - o nível do mar está subindo devido ao derretimento das geleiras. As estimativas são que o nível do mar pode subir 4-36 centímetros nos próximos 100 anos. Em todo o mundo, aproximadamente 100 milhões de pessoas vivem dentro do limite de até três metros ao nível do mar. 

 

Aumento do risco de secas, inundações e incêndios - Com temperaturas mais altas, uma quantidade crescente de umidade evapore da terra e da água levando a seca em muitas áreas. Essas áreas secas são muito mais suscetíveis a incêndios. E quando a chuva cai, as áreas previamente afetadas pela seca são muito mais vulneráveis ​​a inundações.

 

As tempestades fortes e furacões - Pesquisa indica que é mais provável que a mudança climática aumenta a probabilidade de um aumento tanto no número de tempestades e sua gravidade.

 

Calor doença relacionada & Disease - Enquanto as temperaturas sobem, assim como os riscos de doenças relacionadas ao calor e até a morte para as populações humanas mais vulneráveis. A Organização Mundial da Saúde ( OMS ) estima que a mudança climática pode ter causado mais de 150 mil mortes no ano de 2000 com aumento prováveis ​​no futuro.

 

Perdas econômicas - Um Governo britânico Relatório indica que as mudanças climáticas poderiam custar entre 5 e 20% do produto interno bruto mundial anual. O mesmo relatório estima que seria necessário um por cento do PIB para diminuir os efeitos mais nocivos da mudança climática.

 

A acidificação dos oceanos - Os oceanos agem como uma esponja para sacar o excesso de dióxido de carbono do ar. Isso pode parecer uma coisa boa, exceto se o CO2 vai para os oceanos muito rapidamente, ele pode esgotar os íons carbonato que corais, moluscos e alguns precisam de plâncton para prosperar.

 

Veja a seguir o filme "Chasing Ice" (legendado em português), onde é mostrado todo o projeto que evidenciou através de provas fotográficas o derretimento de grande geleiras:

 

 

 

 

Fonte: http://www.chasingice.com/learn/is-climate-change-a-problem/

 

 

 

 

 

 

3. Aproxime-se mais ao trabalho - uma viagem curta vale mais do que uma casa grande

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Dando continuidade ao tema 10 coisas simples que você pode fazer hoje que vai fazer você feliz, apoiada pela ciência, abordamos no post anterior a questão 2. Ao Dormir mais você estará menos sensível às emoções negativas e agora vamos ver   que o nosso trajeto de ida e volta para o escritório pode ter um impacto surpreendentemente poderoso em nossa felicidade. O fato de que temos a tendência de fazer isso duas vezes por dia, cinco dias por semana, faz com que seja surpreendente que seu efeito seria construir ao longo do tempo e tornar-nos cada vez menos feliz.

De acordo com  A Arte da masculinidade , tendo uma longa viagem é algo que muitas vezes não conseguem perceber vai nos afetar de forma tão dramática:

... Enquanto muitas condições voluntárias não afetam a nossa felicidade a longo prazo, porque nós nos adaptamos a eles, as pessoas nunca se acostumam com seu golpe diário para o trabalho, porque às vezes o tráfego é terrível e às vezes não é. Ou, como psicólogo de Harvard Daniel Gilbert colocou, "Dirigir no trânsito é um tipo diferente de inferno todos os dias."

Nós tendemos a tentar compensar isso por ter uma casa maior ou um emprego melhor, mas essas compensações simplesmente não funcionam:

 

Dois economistas suíços que estudaram o efeito de deslocamento sobre a felicidade descobriram que tais fatores não poderiam compensar a miséria criada por uma longa viagem.

Veja também:

Saiba como a Psicologia Positiva pode nos ajudar a sermos mais felizes e produtivos

 

 

Leia a seguir:

4. Passar o tempo com amigos e familiares - não me arrependo em meu leito de morte

 

 

Autora:  Belle Beth Cooper

Fonte:  http://blog.bufferapp.com/10-scientifically-proven-ways-to-make-yourself-happier

 

 

Saiba como a Psicologia Positiva pode nos ajudar a sermos mais felizes e produtivos

Bom Dia

 

A Psicologia Positiva ao contrário que possa parecer não é tão somente uma área da psicologia, mas sim um movimento, uma abordagem de psicologia relativamente recente. É um movimento da ciência psicológica que visa fazer com que os psicólogos contemporâneos adotem "uma visão mais aberta e apreciativa dos potenciais, das motivações e das capacidades humanas", tendo como centro a valorização das qualidades, dos potências e das motivações dos indivíduos, enaltecendo assim as atitudes positivas.

Vários psicólogos humanistas tais como Abraham Maslow, Carl Rogers, Erich Fromm e Carl Jung, desenvolveram teorias e práticas bem-sucedidas que envolvem a felicidade humana, a despeito da falta de evidência empírica sólida ao tempo em que desenvolveram seus trabalhos. Seus sucessores não deram sequência à obra, enfatizando a fenomenologia e histórias de casos individuais.A abordagem humanista, visava a felicidade humana, porém, apesar das teorias e práticas desenvolvidas, não conseguiram uma forte componente empírica, por consequência muitas dessas teorias e práticas foram postas de lado.

Recentemente, as teorias de desenvolvimento humano desenvolvidas pelos psicólogos humanistas encontraram suporte empírico em estudos feitos por psicólogos positivos e humanistas, especialmente na área da teoria autodeterminante.

Embora as pessoas venham discutindo a questão da felicidade humana pelo menos desde a Grécia Antiga, a psicologia tem sido criticada por seu direcionamento preponderantemente voltado às questões de psicopatologia ou doença mental, em vez da "sanidade" mental. A Psicologia Positiva difere das abordagens tradicionais quando elas focam-se na doença, no que está mal, remediando, prevenindo a doença mental. Já a Psicologia Positiva foca-se na nas qualidades, nas motivações, nas potencialidades dos indivíduos, invés da doença.

Pesquisadores empíricos neste campo de estudo incluem Donald Clifton, Albert Bandura, Martin Seligman, Armindo Freitas-Magalhães, Ed Diener, Mihaly Csikszentmihalyi, C. R. Snyder, Christopher Peterson, Shelley Taylor, Barbara Fredrickson, Charles S. Carver, Michael F. Scheier e Jonathan Haidt.

Peterson e Seligman (2004) desenvolveram um sistema de classificação para os aspectos positivos, enfatizando as forças e o caráter denominado "Values in Action (VIA) - Classification of Strengths and Virtues Manual" (Tradução livre: Valores em ação - Manual de classificação de forças e virtudes). Nesse manual as forças foram dividas em características emocionais, cognitivas, relacionais e cívicas e em seis grupos de virtudes:

sabedoria, coragem, humanidade, justiça, temperamento e transcendência.

Alguns dos principais fatores correlacionados com felicidade estudados foram :

Amigos íntimos e presentes (Myers 2000)

Fazer atividades voluntárias para desenvolvimento de si e de outros (Larson 2000)

Estabelecer uma relação familiar de apoio e estímulo ao desenvolvimento de habilidades (Winner 2000)

Relações saudáveis no ambiente de trabalho (Turner, Barling & Zacharatos, 2002)

São identificados 3 importantes pilares na investigação desta abordagem: experiência subjetiva; as forças e virtudes individuais; as instituições e comunidades.

Na intervenção da abordagem da psicologia positiva, o psicólogo foca-se nas qualidades e potencialidades do individuo, usando-as como meio e impulsor, para superar as suas partes menos positivas. Por este enfoque, um individuo é incapaz de ser feliz ou ser bem-sucedido, devido a medos ou obstáculos. Enquanto na intervenção da psicologia tradicional se focava no medo, explorando a sua origem, as suas implicações, etc. Na abordagem da psicologia positiva, são focadas as qualidades e potencialidades do individuo, e estas são utilizadas meio para superar ou contornar o medo. Desta forma dá-se destaque e procura-se ampliar e fortalecer as virtudes em oposição a somente busca do foco do medo patológico.

O movimento emergente da psicologia positiva cresceu exponencialmente desde o seu surgimento formal no início do milénio. Tem tido como objetivo o estudo científico das emoções positivas, do carácter positivo e das instituições positivas. Em paralelo, as ciências sociais e humanas viram desenvolver e cimentar-se práticas inovadoras oriundas de outros quadrantes teóricos, como o Inquérito Apreciativo, suportado numa perspectiva de construcionísmo social, e devotado à mudança positiva através de intervenções sistêmicas e comunicacionais nas organizações. O valor de uma abordagem positiva nas organizações e locais de trabalho tem vindo a ser reconhecido, cada vez com mais vigor.

Caso você tenha interesse em mais detalhes de sua aplicabilidade no contexto organizacional, notadamente ao fenômeno da Resiliência, quando se refere o desenvolvimento saudável num ambiente hostil, acesse o artigo "Revolução positiva: Psicologia positiva e práticas apreciativas em contextos organizacionais". Este artigo apresenta os modelos da Psicologia Positiva e do Inquérito Apreciativo, e revê os seus recentes desenvolvimentos, bem como as práticas de aplicação a que têm dado origem, explicitando as razões defendidas pelos autores para a sua integração e complementaridade na intervenção em organizações.

Termina apresentando um estudo de caso no contexto educativo, destinado ao desenvolvimento organizacional positivo, e que concretiza na prática a conexão entre os modelos analisados. O link vai a seguir:

http://repositorio.ispa.pt/bitstream/10400.12/147/1/COG%2013(1)%20(2007)%20115-136.pdf

 

A seguir uma dica de 4 livros que abordam o tema realização de felicidade de uma forma prática e objetiva:

1. A Vantagem da Felicidade: Os Sete Princípios de Psicologia Positiva

Deseja ter menos estresse em sua vida profissional? Então você precisa ler esse livro. O psicólogo Shawn Achor, da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, fala de uma maneira prática sobre como você pode ser feliz e como a felicidade pode melhorar a sua vida pessoal e profissional. Ele também indica alguns exercícios para combater o estresse nas empresas. Em outras palavras, o livro ensina como a pessoa pode encontrar a felicidade no seu cotidiano.

 

2. DRIVE - A surpreendente verdade sobre aquilo que nos motiva

Esse livro é baseado em uma pesquisa sobre motivação. De acordo com Daniel H. Pink, autor da obra, o segredo dos bons desempenhos e da satisfação no trabalho está relacionado com a necessidade humana de criar algo novo, e também desenvolver ideias para melhorar o mundo em que vivemos. A pesquisa mostra que o dinheiro só é realmente motivador para um trabalho que não inspira paixão ou pensamento profundo. Se você está precisando encontrar a sua motivação, essa pode ser uma boa solução.

 

3. O Poder do Hábito - Por que fazemos o que fazemos na vida e nos negócios

O livro explica o funcionamento dos hábitos e como podemos mudá-los para melhorar as nossas vidas. Isso é importante porque com o tempo, a mudança de certos hábitos tem um enorme impacto na saúde, na produtividade, na estabilidade financeira e na felicidade.

 

4. O Projeto Longevidade: descobertas surpreendentes para a saúde e vida longa

Esse livro é baseado em uma pesquisa realizada em 1921. O psicólogo norte-americano Lewis Termancomeçou a acompanhar o cotidiano de 1500 crianças, observando seus hábitos e comportamentos. A obra é importante porque comprova que muitas coisas que acreditamos sobre a nossa saúde são apenas mitos. Você pode aprender muitas coisas com obras como essa.

 

Finalmente, temos um vídeo(legendado em portugues)  der Martin Seligman onde ele fala sobre psicologia positiva, dando bastante ênfase como uma área de estudo aplicada. Dá detalhes mostrando os limites e de como ela ultrapassa o foco prioritário em doença e o que pode a psicologia positiva fazer por nós. A seguir o mesmo vídeo (legendado em espanhol):

 

 

 

Fontes:

http://noticias.universia.com.br/tempo-livre/noticia/2013/04/04/1014857/4-livros-voce-precisa-ler-ser-uma-pessoa-melhor.html

 

http://www.ted.com/talks/lang/pt-br/martin_seligman_on_the_state_of_psychology.html

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Psicologia_positiva

 

Veja também:

FastSalas - Um ambiente de colaboração para divulgar espaços comerciais

FastSalas.com

 

 

2. Ao Dormir mais você estará menos sensível às emoções negativas

Saude2

 

Dando continuidade ao post anterior onde abordamos o tema - 1. Exercitar mais - 7 minutos pode ser suficiente - iremos agora abordar a recuperação através do repouso.

 

Sabemos que o sono ajuda o nosso corpo a se recuperar e que nos ajuda a concentrar-se e sermos mais produtivos. Acontece que também é importante para a nossa felicidade.

 

Em  NutureShock , Po Bronson e Ashley Merryman explicam como o sono afeta nossa positividade:

* Estímulos negativos são processadas pela amígdala; lembranças positivas ou neutras são processadas pelo hipocampo. A privação do sono atinge mais o hipocampo do que a amígdala. O resultado é que, privados de sono as pessoas não conseguem recordar memórias agradáveis, mas recordam mais más lembranças.
* Em um experimento por Walker, privados de sono estudantes universitários tentaram memorizar uma lista de palavras. Eles lembraram de 81% das palavras com uma conotação negativa, como "câncer", todavia lembraram apenas 31% das palavras com uma conotação positiva ou neutra, como "luz do sol" ou "cesta".

O BPS Research Digest explora  um outro estudo que prova que o sono afeta nossa sensibilidade para as emoções negativas. Utilizando uma tarefa de reconhecimento facial, ao longo de um dia, os investigadores estudaram como participantes eram sensíveis a emoções positivas e negativas. Aqueles que trabalharam durante toda a tarde, sem tirar um cochilo se tornaram mais sensíveis, ao final do dia, a emoções negativas como medo e raiva.

Usando uma tarefa de reconhecimento de face, aqui nós demonstramos uma reatividade amplificada das emoções de raiva e medo ao longo do dia, sem dormir. No entanto, um cochilo interveio bloqueando e até mesmo revertendo  essa reatividade emocional negativo para a raiva e o medo, enquanto por outro lado melhorar classificações de expressões positivas (feliz).

Claro que, o quão bem (e por quanto tempo) você dorme provavelmente vai  afetar a forma como você se sente quando você acorda, o que pode fazer a diferença para o seu dia inteiro. Especialmente este gráfico que mostra como a sua atividade cerebral diminui é um grande insight sobre como é importante dormir o suficiente é para a produtividade e felicidade:

 

Em outro estudo testaram como o humor dos funcionários, quando eles começaram o trabalho na manhã, afetada seu dia de trabalho.

Os pesquisadores descobriram que o humor dos funcionários esta relacionado com a produtividade quando eles cronometraram as atividades, e perceberam as tendências para afetar a forma como eles se sentiram no resto do dia. O humor matinal  esteve ligado  às suas percepções de clientes e como eles reagiram ao humor dos clientes.

E o mais importante para os gerentes, o humor empregado teve um claro impacto sobre o desempenho, incluindo tanto quanto a qualidade do trabalho e também como eles executavam suas funções.

O sono é outro tópico que estimulou outro questionamento:   quanto sono que realmente precisamos para sermos produtivos ?

 

Autora:  Belle Beth Cooper

Fonte:  http://blog.bufferapp.com/10-scientifically-proven-ways-to-make-yourself-happier

 Veja a seguir:

3. Aproxime-se mais ao trabalho - uma viagem curta vale mais do que uma casa grande