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Como analisar a concorrência de forma eficaz?

Marketing & Vendas

Analisar a concorrência é uma das nossas atividades mais apaixonantes e imagino que deve ser uma de suas preocupações também. É uma das maneiras mais baratas para inspirar diferentes áreas do seu negócio a pensarem em diferentes formas de organização.  

Saber o que seus concorrentes executam bem ou executam mal é essencial para adaptar suas táticas e suas estratégias, pois é extremamente importante capturar as tendências e saber em primeira mão para onde vão as transições que ocorrem no mercado.

O grande problema aqui é como analisar a competição sem perder o foco e saber  fazer isso de forma eficaz.

Veja que analise de concorrência poderá ser um processo ( se ainda não for)  na sua empresa e, portanto devemos concebê-lo sob a ótica de aumento de produtividade.

Hoje, quando se fala de produtividade sempre vem 'a mente a palavra LEAN.

 

Lean pode traduzido em Português como "Enxuta" (por exemplo, manufatura enxuta) é uma forma de organizar seus negócios para que toda a perda nos processos seja eliminada ou pelo menos fortemente reduzida. Existe uma confusão comum do termo Lean com Seis Sigma, 5S, JIT, entre outros, mas estas são todas metodologias e ferramentas que podem ser usadas ao implementar uma cultura Lean.

 

Em Lean, perda é tudo aquilo em um processo que não agrega valor. Por exemplo, o tempo que um documento está na mesa de alguém aguardando alguma ação, estoque acumulado que não será usado no curto prazo, produto terminado aguardando liberação de saída.

 

Se você fizer uma avaliação de qualquer processo na maioria das empresas, verá que a maior parte do tempo não se está agregando valor na atividade. Frequentemente você verá que os tempos de espera são muito maiores do que os tempos nos quais alguém realmente está executando o próximo passo naquele processo.

 

Existem dois cuidados principais que devem ser tomados ao transformar sua empresa em Lean:

  • A iniciativa deve estar ligada às necessidades de seu negócio. Implementar Lean só porque está na moda não trará benefícios reais. Se você não consegue fazer uma forte associação entre os possíveis ganhos obtidos com Lean e sua estratégia de negócio, provavelmente deveria esperar mais. Em nosso caso é evidente que analisar a concorrência é vital para o saber como anda o nosso negócio.

 

  • O Lean se popularizou inicialmente na área de manufatura, já que o conceito foi desenvolvido pela Toyota, no Sistema Toyota de Produção. No entanto, considero ser uma visão míope em pensar que esta iniciativa pode ficar restrita somente à produção, já que neste caso os ganhos ficarão muito restritos. Lean deve ser aplicado em toda a empresa.  Portanto pensar Lean ou Lean Thinking é a palavra de ordem e hoje existe na maioria dos textos voltados para a administração, mas como é isto na prática?

 

 

Como aplicar no estudo da concorrência?

 

Para se responder estas questões é interessante conhecer as metodologias envolvidas sendo que uma das principais delas é a Lean Six Sigma, que por sua vez incorpora uma framework denominada o DMAIC (sigla para os termos Define, Measure, Analyse, Improve e Control) que é um método que  faz parte do conjunto de práticas dos Seis Sigmas e tem como meta melhorar um processo existente na empresa. Um projeto DMAIC é efetivo também para o aumento da produtividade, redução de custos, melhoria em processos administrativos e outros afins. Assim adotamos estes principais passos para analisar a competição de forma sistemática e objetiva. No texto a seguir iremos propor um Plano de Ação inicial com foco na Definição (Define), Mensuração (Measure) e Análise(Analyse) pois entendemos que as melhorias (Improve) e os Controles(Control) irão depender destas 3 etapas iniciais e principalmente do contexto específico da sua organização.

 

Onde temos:

 

Define "D" (Definir)

 

Analisar a concorrência sem perder o foco

 

Analisar a concorrência é basicamente observar. Monitorar seus movimentos e ações, principalmente para tirar conclusões sobre o observado.

O processo de análise da concorrência deve ser eficaz. Isto requer que se esteja  bem estruturado e sua empresa devidamente automatizada.

Eu digo isso porque é muito comum as empresas começarem com grande entusiasmo para seguir a atividade de seus concorrentes diretos, para   depois de alguns meses abandonarem a tarefa, simplesmente por falta de tempo ou falta de um sistema bem estruturado de monitoramento da concorrência.

 

Cerca de 90% das organizações abandonam o trabalho de monitoramento dos concorrentes  por falta de tempo

 

Considere criar algumas questões-chave  quando se analisa um concorrente. Se não definirmos exatamente o que desejamos monitorar e analisar poderemos correr um risco enorme de capturar grande quantidade de dados e perdermos muito tempo analisando informações irrelevantes, principalmente sob a ótica de agregação de valor ao cliente final.

A solução para isso é   adotar os seguintes passos:

  • Decidir analisar um concorrente e o que analisar
  • Selecionar uma ferramenta adequada
  • Realizar a observação

Embora o processo não seja totalmente simples e  ausente de complexidade você deve começa-lo de alguma maneira utilizando-se dos recursos disponíveis. Senão, a outra solução é optar por contratar um serviço de monitoramento de concorrentes.

A vantagem da terceirização é a velocidade com a qual você pode configurar o seu sistema de rastreamento e poupar muita dor de cabeça nessa ou naquela ferramenta e escolher como e quando realizar o trabalho de observação.

Você ainda pode fazer suas estas tarefas, seguindo estas três etapas:

 

Etapa # 1: decidir o que analisar  da concorrência e quem deve ser analisado

 

Embora a Internet  torne tudo mais fácil, para analisar a concorrência de forma eficaz você deve primeiro decidir o que você vai observar, seguir ou monitorar,  através de critérios mensuráveis. Observe que na prática isso varia muito, dependendo de seus objetivos e do departamento onde você está, e tenha em conta que não é o mesmo que acompanhar a evolução dos indicadores financeiros de uma empresa. É importante observar a evolução do marketing ou KPI de vendas.

Para evitar que você tenha  que pensar muito sobre isso para analisar a concorrência veja a seguir uma compilação de indicadores-chave da competição que você pode seguir.

Neste resumo você vai encontrar 29 indicadores de KPI nas   áreas de Finanças, Marketing, Vendas, Inovação e Recursos Humanos.

Claro que aqui eles não são todos os indicadores chave para cada área, mas com certeza o ajudará a começar e vai definir o seu próprio scorecard.

 

Measure "M" (Medir )

 

Etapa # 2: Selecionar a ferramenta para analisar a concorrência

 

Este é o passo que, provavelmente, ira encontrar mais problemas e isso é por causa do número de ferramentas disponíveis e variedade de recursos.

Não é o mesmo que monitorar suas campanhas do AdWords, monitorar concorrentes  tentando seguir o seu conteúdo na web ou determinar o número de ligações recebidas de um concorrente. Veja que  estamos apenas falando  em princípios básicos de marketing digital!

 

Você tem a seguir 3 links com referências para sites onde poderá encontrar mais dicas:

 

 

 

Analyse "A" (Analisar)

 

Etapa # 3: Analisar  sistematicamente a competição  existente no mercado para testar continuamente o seu negócio

 

Depois de ter decidido o que você estará observando, e com quais ferramentas irá desenvolver seus acompanhamentos, é que você poderá realizar o trabalho de monitoramento. Note que este trabalho é estar ciente das alterações detectadas pela sua ferramenta para acompanhar e analisar o impacto das ações de seus concorrentes, com dois objetivos:

 

  • Descobrir as estratégias de seus principais concorrentes
  • Descobrir o que funciona para eles e o que não funciona, para assim tomar decisões mais precisas

 

Seguir os passos de seus concorrentes simplesmente para satisfazer o seu desejo ou curiosidade ou descobrir um fato que de margem para fofocas é bom, mas não o suficiente. Monitorar as atividades dos outros deve servir para aprender com seus sucessos e erros e testar continuamente sua empresa ou negócio

Analisar a concorrência é entender em que e como um concorrente tem sido bem sucedido  ou não,  absorver o conhecimento gerado por outras pessoas e evitar que você cometa as falhas expostas por eles ou,  por outro lado, aprender com eles sobre suas estratégias vencedoras.

 

Fontes: papelesdeinteligencia.com; citisystems.com.br; ogerente.com

Veja também Curso Tecnicas de Vendas e Negociação de Projetos Empresariais>http://bit.ly/1JRtJ7m

 

 

5 técnicas de negociação para vender mais

5comExpressao

Como usar a negociação para ganhar uma venda
 

Toda venda bem-sucedida é resultado de uma negociação assertiva. Isso significa que o cliente só finaliza uma compra quando tem a certeza de que está fazendo a melhor escolha.

Neste cenário, o papel do vendedor vai muito além de ser "bom de papo"; ele precisa dispor de argumentos que mostrarão as qualidades de seus produtos ou serviços. O ideal é que o vendedor sempre busque situações do tipo "ganha-ganha".

1. Solução Ideal
Geralmente, cada comprador possui uma solução ideal em mente e busca na compra formas de satisfazer seus desejos. Por isso, é importante traçar estratégias que ajudem a enxergar que suas necessidades podem estar conectadas ao produto.

2. Motivadores de compra
Observar qual é o motivador de compras faz a diferença. Por meio de perguntas, é possível identificar o que a pessoa realmente procura e, assim, conduzir a negociação de maneira assertiva.

3. Credibilidade e valor
O vendedor precisa conhecer o negócio do seu cliente, ter postura, empatia e saber mostrar que o seu produto agregará valor. Desta forma, ele cria uma relação de confiança com o cliente e mostra que o caminho indicado é a melhor opção.

4. Controle do processo
O vendedor que não consegue assumir a negociação e controlar todo o processo não alcança seu objetivo. É preciso direcionar a conversa para atingir as metas propostas.

5. Poder
A maior parte das vendas é concluída pelo tomador de decisão - ou seja, o gestor da área - por isso, crie meios para chegar diretamente nele, sem ser agressivo, gaguejar ou ficar amedrontado.

Veja também:

 

Curso de Oratória: A arte de falar bem e fazer apresentações em público

 

Curso Técnicas de Apresentação para Executivos

 

 

 

Autor: Mario Rodriguez

Fonte: http://exame.abril.com.br/pme

4 dicas para trabalhar em equipe sem ter um escritório

4 dicas pessoas felizes

A tecnologia de comunicação moderna permite que as pessoas mantenham contato umas com as outras sem estarem fisicamente no mesmo lugar. Geralmente isso funciona muito bem para trabalhos que podem ser desenvolvidos individualmente. Mas o que acontece quando você tem uma equipe inteira trabalhando de casa, cada um fazendo seu próprio horário, mas todos trabalhando em um mesmo projeto?

 

Para esses casos, oferecemos a seguir quatro dicas para trabalhar em equipe sem ter um escritório físico.

 

1 - Aproveite a tecnologia

Em primeiro lugar, a tecnologia é o que nos permite trabalhar remotamente, portanto, tire proveito dela! Existem incontáveis formas de comunicação disponíveis - e-mails, mensagens instantâneas, programas de chat, videoconferências e, é claro, o bom e velho telefone. Manter essas linhas de comunicação abertas é essencial para um bom trabalho em equipe, portanto, escolha corretamente. O ideal é que todo mundo tenha o mesmo conjunto de programas, sabendo como e quando usar cada um deles.

 

2 - Defina expectativas e fluxos de trabalho

Outro elemento importante para o trabalho remoto em equipe é definir expectativas claras e fluxos de trabalho desde o início. A maioria dos problemas de comunicação acontece quando alguma coisa não ficou muito clara, portanto, previna-se disso o máximo que puder. Deixe seu time saber exatamente quando você espera que eles estejam disponíveis, quando usar cada comunicação especificada previamente e exatamente como e quando se comunicarem, assim você mantém o trabalho em conjunto.

 

3 - Marque reuniões presenciais

Mesmo se a maioria do seu time trabalha remota e individualmente, vale um esforço para agendar reuniões presenciais ocasionalmente. O poder de conexão de interações face a face simplesmente não pode ser substituído por nenhuma tecnologia (pelo menos não ainda). Se a sua empresa opera com o escritório virtual, você pode reservar uma de nossas salas de reuniões para os encontros presenciais da sua equipe. Ou, ainda, utilizar outro espaço de escritórios compartilhados, se você estiver em outras localidades.

 

4 - Defina um horário em comum

Na maioria dos ambientes profissionais onde trabalhar de casa é a norma, o horário comum das 09h às 18h é abandonado em favor de horas de trabalho mais flexíveis. Assim, cada pessoa faz seu próprio horário. Entretanto, você pode ter dois membros da equipe que preferem trabalhar de manhã, outros dois à noite e um que trabalha à tarde. Neste caso, o trabalho em grupo é praticamente impossível, e a comunicação pode ser prejudicada. A solução é estipular um horário específico em que todos estejam online ao mesmo tempo - por exemplo, do meio-dia às 13h. Isso evitará muitas dores de cabeça e permite à equipe trocar informações rapidamente.

 

Veja também-> A Maior Produtividade no Aluguel de espaços comerciais através da WEB

FastSalas_Beneficios

 

 

 

 fonte:Locus Bc

Grupo Treinar é referência em Cursos focados na Gestão

TVGeraçãoZ

 

Vejam a seguir um vídeo e resumo dado para a TV UOL em entrevista concedida para o programa "TV Call Center":

Dispomos de um ambiente tecnológico completo para apoio na captação, publicação e divulgação destes conteúdos e nossa tecnologia possibilita capacitações e consultorias "online" de forma síncrona ou assíncrona, bem como já foi desenvolvido para suportar simultaneamente 3 sites, nas línguas portuguesa, espanhola e inglesa. Mantemos uma central de relacionamento para com os clientes, sendo que já atendemos mais de 250 das 500 maiores empresas brasileiras e de Angola, nestes sete anos de atuação.

Estabelecemos e aprimoramos um processo contínuo para a localização de especialistas e captação automática de conteúdos significativos. Todos os quesitos postados são avaliados, bem como as qualificações do Professor, pois atuamos em conformidade com a ISO 10015* e assim asseguramos aos nossos clientes toda qualidade exigida."
*(ABNT NBR ISO 10015:2001 Gestão da Qualidade - Diretrizes para treinamento)
Podemos criar vídeos-aula protegidos (usamos a tecnologia DRM- Digital Rights Management - com criptografia AES 256 bit, o mesmo padrão requerido pelos estúdios de cinema), veja a seguir como é simples:
http://www.grupotreinar.com.br/pt/cursosonline.aspx

Para saber mais sobre nosso processo de captação de conteúdos e programa de afiliação, acesse:
http://grupotreinar.com.br/blog/parceria-de-conte%C3%BAdo.aspx

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A Maior Produtividade no Aluguel de espaços comerciais através da WEB

FastSalasDicaImportante

Hoje possuímos ferramentas poderosas tanto para divulgar os imóveis quanto para manter uma rede de contatos profissionais de forma rápida e eficiente: a Internet através das redes sociais (Linkedin, Facebook, Twitter, Google+entre outras) e através de sistemas específicos como o FastSalas, por exemplo. Observe que a utilização destes recursos não é apenas mais um diferencial do corretor, do proprietário do espaço ou do divulgador - Para sobreviver neste meio é mandatório saber utilizar de forma integrada e eficaz estas ferramentas!

Segundo pesquisa recente cresce exponencialmente o número de pessoas que procuram imóveis pela web, sendo frequentemente este o meio inicial de pesquisa e de comparação de preços para compra, venda e locação. Uma das grandes questões é saber se o imóvel é realmente condizente com o que está anunciado, bem como saber de avaliações de pessoas que já utilizaram o mesmo espaço anteriormente. Foi justamente pensando nisso que o FastSalas já foi idealizado para que todos possam postar as suas avaliações, além de darem uma nota para o Agente (aquele que é responsável pelo Imóvel que está sendo anunciado).

Antes de consultar o corretor ou até mesmo o dono do imóvel, o cliente busca através do computador, ou mesmo do celular, informações do imóvel, como o preço, localização, área, facilidade de acesso, segurança, quantidade de serviços disponíveis (alimentação, equipamentos, infraestrutura e de suporte administrativo) e diversas outras informações úteis para a tomada de decisão. O comprador já chega ao fornecedor sabendo o que precisa de maneira detalhada, melhor preparado para efetivar o negócio.

Desta forma, é essencial que sua presença esteja marcada na Internet e, através do Facebook, é possível criar um usuário no FastSalas além de manter uma rede de contatos profissionais com outros fornecedores e com clientes, ampliando sobremaneira a sua capacidade para divulgar imóveis e criar parcerias. Tudo isso de forma gratuita, ou seja, não há mais desculpas para não utilizar a Internet em seus negócios.

Porém, isso é apenas parte do trabalho online. Não esqueça que, para transmitir mais profissionalismo e melhorar as vendas, é desejável ter um e-mail com endereço próprio (contato@seudomínio.com.br ao invés de nome@hotmail.com, nome@yahoo.com.br, etc) e um site onde todos os seus espaços possam ser visualizados de forma fácil e organizada, além de aparecer nas primeiras posições na busca do Google, como o FastSalas, por exemplo.

Assim, não é necessário inicialmente investir altos valores em marketing digital imobiliário, divulgando o seu espaço ou imóvel em vários portais imobiliários existentes no mercado, liberando assim seus esforços para se concentrar nas redes sociais (Facebook, Twitter, Google+, LinkedIn) e no relacionamento com os seus clientes.

Outra ação importante é saber utilizar o Google Docs ou o Outlook como ferramenta de produtividade pessoal e utilizar as ferramentas escondidas no software para a maior produtividade com o menos stress ao aprender, permitindo organizar o seu planejamento pessoal e de sua equipe; conhecer o calendário, tarefas, contatos e regras de e-mail como fonte na solução de problemas, indo além do conhecer os programas simplesmente. Propiciando: 

Conhecer técnicas de como definir prioridades e principalmente, de como  realizá-las através de ações e comportamentos produtivos, bem como evitar o que atrapalha seu dia-a-dia;

Trabalhar meios de melhorar a produtividade e minimizar a perda de tempo, ensinando as pessoas como fazer mais em menos tempo com possibilidade de ganhos de até horas por dia!

 

 FastSalas_Beneficios

 

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Acesse->      fastsalas.com

Jornais se unem para vender anúncios

 ExtraExtra

Três das quatro maiores editoras de jornais no Reino Unido juntaram forças para vender espaço de publicidade on-line por meio de uma única plataforma. O plano é obter a escala necessária para concorrer com Google e Facebook.

A Johnston Press, a Local World, a Newsquest e a maior parte do setor de mídia local independente do Reino Unido anunciaram ontem acordo para oferecer conjuntamente a anunciantes acesso a 17,5 milhões de usuários mensais exclusivos, em 800 sites, por meio de um único ponto de venda.

Até agora, anunciantes que pretendiam comprar espaço de publicidade digital de editoras locais tinham que negociar com cada uma individualmente ou em pequenos grupos. Esse é um dos motivos pelos quais os grupos noticiosos locais capturaram uma fração apenas insignificante dos 2 bilhões de libras esterlinas gastos por ano em anúncio on-line tradicional no Reino Unido.

"A pequena parcela de publicidade nacional que temos assumido tem sido uma verdadeira frustração", admitiu Ashley Highfield, o principal executivo da Johnston Press. A nova cooperação, disse ele, é um "significativo passo à frente", uma vez que vai facilitar, em muito, para os anunciantes e suas respectivas agências a realização das campanhas digitais nos websites locais.

A nova plataforma, chamada 1XL, será operada por uma equipe especialmente destacada para isso da Mediaforce, uma empresa nacional de vendas de mídia.

A companhia diz que seu público mensal exclusivo de 17,5 milhões de pessoas - segundo dados da empresa de pesquisa de mercado ComScore - é maior do que o de qualquer site noticioso nacional comercial do Reino Unido, e semelhante em escala às plataformas de publicidade digital AOL e MSN.

A editora Trinity Mirror, dona de uma carteira de jornais locais, como o "Liverpool Echo" e o "Manchester Evening News", não ingressou na nova aliança. Em vez disso, o grupo tenta implementar a estratégia de reunir num só pacote suas marcas locais às nacionais, como o jornal "Daily Mirror".

Jonathan Helliwell, analista da corretora Panmure Gordon, disse que, mesmo sem a Trinity Mirror, a 1XL representa cerca de 80% da imprensa local e ostenta uma ampla divisão geográfica em todo o Reino Unido. Segundo ele, a iniciativa ajudará a Johnston Press a se aproximar de sua meta para 2015 de alcançar um "ponto de virada", quando o crescimento da publicidade digital neutralizar os efeitos da queda da publicidade impressa.

A Johnston Press registrou receita de publicidade digital de 24,6 milhões de libras esterlinas no ano passado, e de 14,1 milhões de libras esterlinas no primeiro semestre deste ano.

Fonte:  Robert Cookson | Financial Times/Valor, 21/11/2014

Veja também:

FastSalas - Um ambiente de colaboração para divulgar espaços comerciais

FastSalas.com


Software de Gestão – ERP’s completos e gratuítos para PME’s

ERPsGratuítos

 

Enquanto hoje as grandes empresas se deparam cada vez mais com desafios constantes para manterem-se bem posicionadas, são obrigadas também a ver como os avanços tecnológicos, que ocorrem em um ritmo jamais visto antes, ajudam ou não na implementação de suas estratégias e contribuem para a sua efetiva Governança Corporativa. Tendências como BYOD (Bring your Own Device), Internet das Coisas (Internet of Things - IoT) e Big Data continuam a impactar o ambiente corporativos e faz repensar o quanto é importante que os departamentos de TI adotem as novas tecnologias, por inúmeras razões.

Por outro lado se observa um aumento significativo de novos negócios tendo como base a Economia Colaborativa que abre toda uma imensa gama de possibilidades  e novas tendências de forma abrangente e inusitada.

No cruzamento destes conceitos surge a oferta dos Sistemas de Gestão Empresarial ( ERP,Enterprise Resource Planning) gratuitos, onde há muito para se ganhar na adoção de uma abordagem aberta às criações inovadoras.

Selecionamos duas ofertas, para as quais damos mais detalhes a seguir:

 

FREEDOM

 

http://www.freedom.org.br/freedomerp-website/

 

O Freedom ERP foi desenvolvimento no Brasil por equipe técnica brasileira.Podemos citar alguns pontos fortes que esta característica lhe proporciona:

.Adequação total à complexa legislação tributária brasileira;

.Organização de processos e interfaces do sistema respeitando a cultura nacional, facilitando o processo de aprendizagem do sistema

 

Escalabilidade

Para empresas de todos os portes. O Freedom ERP foi projetado para suprir as necessidades de pequenos, médios e grandes negócios.  O seu gerenciador de banco de dados Firebird proporciona ótima performance consumindo poucos recursos de hardware, até mesmo em instalações onde o gerenciador de banco de dados e a aplicação rodam em uma mesma estação de trabalho.

Não há limites para o crescimento da base de dados ou do número de estações de trabalho conectadas ao sistema, ou seja, o investimento em recursos de infra-estrutura pode ser incrementado gradativamente.

 

Cross Platform

Windows, Linux, MacOS...

 

A possibilidade de instalação da solução em qualquer plataforma proporciona liberdade na escolha de hardware e sistema operacional, preservando o investimento já executado e evitando gastos desnecessários em aquisição de novas licenças.

 

MARKETUP

 

http://marketup.com/

 

MarketUP.com é um sistema de gestão completo e gratuito feito para atender as necessidades dos pequenos negócios

Os recursos irão o empresário a gerir melhor os pequenos negócios e aumentar as suas vendas.

O MarketUP é uma plataforma que une as principais funções de um ERP + Frente de Caixa (PDV) + Loja Virtual, tudo isso grátis de verdade e sem pegadinhas.

Trata-se de uma tecnologia de informática desenvolvida para armazenar e processar todos os dados de um negócio. O sistema pode ser centralizado em um único banco de dados ou dividido em redes locais e nuvens na internet, além de ser personalizado de acordo com as necessidades de cada empresa.

Ao organizar as etapas e os dados de produção, planejamento, venda e pós-venda, o sistema facilita a administração de todo o processo operacional dos negócios, propiciando aos gestores avaliar os pontos fracos e fortes do empreendimento e traçar linhas de ação mais eficientes.

Veja os benefícios da gestão integrada desenvolvida pelo MarketUP.

.Faça suas Vendas via Pedido com Orçamento;
.Acompanhe em tempo real seu Fluxo de Caixa, Contas a Pagar e a Receber;
.Habilite quantos PDVs quiser e faça suas vendas imediatamente;
.Tenha sua Loja Virtual integrada a seu sistema;
.Cadastre Clientes e Fornecedores;
.Controle seu Estoque ou seus múltiplos Estoques;
.Emita de maneira integrada no seu sistema suas NF-e e NFS-e;
.Controle o acesso de seus funcionários ao sistema;
.Importação de XML das suas Compras;
.Relatórios diversos para que você acompanhe seus resultados e saúde da sua empresa;
.100% web e sem precisar instalar nada em seu computador;
.Acesse seu sistema de onde você estiver usando seu desktop, notebook, netbook, smartphone ou tablete.

Parceiros

A MarketUP é um importante projeto de tecnologia que facilita o desenvolvimento dos pequenos negócios, apoiado por  empresas e instituições do mercado brasileiro. Além do Sebrae, são parceiros da MarketUP o Buscapé Company, a Microsoft e a Positivo Informática, com a expectativa de chegada de novas e relevantes empresas.

 

Segurança

A segurança da sua informação é prioridade, por isso seus dados estão criptografados e periodicamente são armazenados em cópias de segurança (backups). Os dados da sua empresa estarão armazenados na nuvem, em servidores da Amazon, que é considerada uma das melhores e mais confiáveis empresas da Internet.

Suas informações são totalmente confidenciais e dados que identifiquem você e o seu negócio não serão divulgados para nenhuma empresa terceira sem o seu consentimento. Você tem o direito de encerrar sua conta e fazer o download dos seus dados quando desejar.

 

Suporte online

A Equipe MarketUP também oferece suporte online totalmente gratuito, na Central de Atendimento Web. Além disso, é disponibilizada uma base completa de perguntas e respostas (FAQ). Caso não encontre a solução na base de conhecimento (FAQ), os atendentes irão ajudá-lo por e-mail ou até atendimento remoto se necessário.

 

Fontes:

Sebrae

Resenha sistemas erp características custos 

cio.com.br

 

Veja também:

FastSalas - Um ambiente de colaboração para divulgar espaços comerciais

FastSalas.com

 

A Economia Colaborativa faz repensar o Marketing & Vendas

MKT_EconomiaColaborativa

 

De fato, o meio digital de forma geral e a internet principalmente têm estimulado releituras de conceitos considerados pilares do marketing e mudado a economia de forma crescente e significativa. Antigos modelos de negócios já consagrados são cada vez mais revistos e adaptados para um novo cenário onde palavras como competição e posse são pronunciadas menos frequentemente  e são gradativamente substituídas por outras como compartilhamento e colaboração. A cultura de compartilhar provavelmente não seria possível sem as facilidades oferecidas pela internet e é justamente por meio dela que esta "nova" economia está se desenvolvendo e colocando em xeque, por exemplo, a forma tradicional de marketing e vendas. Hoje, uma companhia pode ganhar de outras maneiras, além da venda, reduzindo seus custos fixos através de locação de seus espaços não utilizados, por exemplo, ou buscando na web espaços para seus eventos e reuniões de forma ampla sem ter que ficar visitando inúmeras salas, inúmeros sites e fazendo dezenas de telefonemas.

Em ambientes colaborativos, é possível obter rendas mesmo que produtos e serviços sejam gratuitos para o consumidor final. O financiamento  é provido por outras fontes. "É provável que haja muitas inovações sociais para trocar serviços gratuitamente, assim como inovações conexas que vão garantir dinheiro para mantê-las", aposta a economista Carlota Pérez, da London School of Economics.

Desde que o centro de referência passou para o Marketing e a Inteligência de Mercado a revolução provocada pela Web nos mostra que agora o próprio ato de consumir deixou de ser representado apenas pela compra em si já que o conceito de posse está sendo questionado. Poupar, trocar e tomar emprestado se apresentam como outras possibilidades, muito estimuladas por meio da rede. Algumas pessoas deixam de pagar para ter e passam a desembolsar dinheiro para acessar um serviço ou utilizar alguma ferramenta só pelo tempo necessário, como no uso compartilhado de carros ou a utilização de software de forma gratuíta que ficam localizados em grandes DataCenters.

A dinâmica é a base da  sharing economy, ou economia do compartilhamento. O modelo já foi adotado por diversos setores e movimenta, no mínimo, US$ 100 bilhões de dólares (0,14% do Produto Interno Bruto mundial em 2012), segundo a consultora  Rachel Botsman, uma das autoras do livro O que é meu é seu. A estimativa não é exata, segundo ela, porque é difícil reunir dados precisos de alguns mercados.

Termos como B2B e B2C passam a "conviver" com termos como Crowdfunding, Crowdsourcing e Peer to Peer - Produção P2P (peer-to-peer), por exemplo. Como são conceitos novos e não há como se transmitir a ideia de forma direta, senão por analogia, toma-se "emprestado" conceitos de outros campos de conhecimento. Assim P2P peer-to-peer é derivada da forma de rede de computadores criada principalmente para compartilhamento de arquivos na qual cada computador faz o papel de cliente e servidor e agora é dito para a produção nos moldes da cultura e das redes "entre pares" em uma tradução de forma livre. A produção P2P assemelha-se à produção colaborativa, que está inserida no contexto da economia colaborativa.

Como estamos cada vez mais inseridos na chamada economia do conhecimento é natural que empresas que tem por base justamente o capital intelectual terem seus custos maiores na remuneração de pessoas, o que em muitos casos inviabiliza os negócios por falta de financiamentos.

Assim surge a ideia do financiamento coletivo, também chamado de Crowdfunding, o qual consiste na obtenção de capital para iniciativas de interesse coletivo através da agregação de múltiplas fontes de financiamento, em geral pessoas físicas interessadas na iniciativa. Navegando-se pela WEB nota-se que o termo é frequentemente utilizado para descrever especificamente ações em rede com o objetivo de arrecadar dinheiro para pesquisadores, artistas, jornalistas, pequenos negócios,  start-ups, iniciativas de software livre, filantropia e ajuda a regiões atingidas por desastres, entre outros.

Quando há um modelo de produção que utiliza a inteligência e os conhecimentos coletivos e voluntários, geralmente espalhados pela Internet para resolver problemas, criar conteúdo e soluções ou desenvolver novas tecnologias, como para  sustentabilidade, por exemplo, usa-se chamar de Crowdsourcing. 

Rachel Botsman e  Rogers mencionam três formas, ou sistemas de consumo colaborativo: (i) sistema de serviços de produtos; (ii) mercados de redistribuição e, (iii) estilos de vida colaborativos.

Os Sistemas de Serviços de Produtos são definidos como uma forma de consumo na qual paga-se pela utilização de um produto sem necessidade de adquiri-lo. Este conceito refere-se a um sistema de produtos, serviços e redes de atores. Como exemplos deste sistema, Bostman e Rogers citam o aluguel de acessórios  de   moda,  o   aluguel  de   ferramentas,  o   aluguel  de   livros  e   o compartilhamento de carros e bicicletas.

Os Mercados de Redistribuição são associados às trocas e doações. A doação e a troca dizem respeito à transferência de propriedade, ou seja, referem-se à co-propriedade. Como exemplo desse sistema de consumo a doação de móveis, a troca ou empréstimo de livros e a troca ou doação de roupas.

Por fim, o último sistema elencado pelos autores trata-se dos Estilos de Vida Colaborativos. Neste caso, há uma propensão à divisão e à troca de ativos intangíveis como tempo, espaço, habilidades e dinheiro. Um dos exemplos que pode ser citado é o compartilhamento de tempo para  aprendizagem  de  um  idioma  específico.  Este  sistema  de consumo também inclui outras formas de colaboração, como:   crowdsourcing; crowdfunding; crowdlearning - ferramentas de aprendizado colaborativo, como sites para o aprendizado de idiomas, citados acima e;    couchsurfing: compartilhamento de hospedagem para pessoas que viajam a passeio ou a negócios, como é o exemplo do airbnb.

Veja também:  FastSalas - Um ambiente de colaboração para divulgar espaços comerciais

 FastSalas.com

 

AIRBNB – Uma história de Sucesso da Economia Colaborativa

airbnb

 

Esta cada vez mais comum se deparar com notícias que começam assim:  "Cofundador do  Airbnb ganha dinheiro alugando camas"!

Se você não está familiarizado com este mundo novo da colaboração criativa através da Web provavelmente não sabe o que é este tal de "Airbnb" - abreviação de 'Air bed and breakfast' (Cama inflável e café da manhã). Pois bem, assim como tantas outras histórias de sucesso do mundo da tecnologia, o Airbnb surgiu por acaso. Os estudantes Joe Gebbia, Brian Chesky e Nathan Blecharczyk iniciaram um serviço para apoiar gente que buscava hospedagem em São Francisco.

Aconteceu que esta cidade situada na Califórnia-USA  estava sediando uma conferência de design e os hotéis estavam lotados. Os rapazes tiveram uma ideia: alugar suas camas aos turistas interessados em se estabelecer na região por um pequeno período. Eles ofereceram seus colchões infláveis e café da manhã aos hóspedes, que pagaram pela estadia, mas inicialmente como sendo aluguéis de camas.

Depois de algum tempo, aquilo que começou sem expectativa evoluiu para um negócio próspero. Outros moradores de São Francisco começaram a oferecer suas casas aos visitantes, divulgando as acomodações no  site  criado pelo trio.

"Acho que o Airbnb deu certo porque as pessoas descobriram que é mais legal conhecer as cidades pelos olhos dos moradores. Na casa de um residente você faz amizades e ainda proporciona uma fonte de renda aos anfitriões",Brian Chesky.

Mas não pense que as coisas aconteceram assim como em um Conto de Fadas: O Airbnb demorou cerca de um ano para conseguir 100 usuários!

Então você deve estar se perguntando - Como a empresa deslanchou?

Um de nossos conselheiros, Paul Graham, disse que "é melhor ter 100 pessoas que realmente amam você do que 1 milhão que apenas gostam". "Nós conseguimos nossos primeiros hóspedes viajando a Nova York e encontrando com eles, porta a porta. Naquele tempo, o Airbnb ainda era pequeno o suficiente para conseguimos visitar cada um dos anfitriões e conhecer os hóspedes. Agora, nós temos mais de 300 mil cadastros ao redor do mundo e estamos em mais de 190 Países." comentou Brian Chesky em recente entrevista. Atualmente, o Airbnb  lista uma grande variedade de acomodações que vão de quartos a ilhas particulares. O site oferece aposentos em mais de 33 mil cidades em 192 países.

 

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